quinta-feira, 27 de maio de 2010

Terceiro suspeito de matar delegado na Bahia é preso pela polícia

(Acusados Presos)
A polícia prendeu nesta quinta-feira um terceiro suspeito de participar do assassinato de um delegado no momento em que dava uma entrevista por telefone em Camaçari, na Bahia. O titular da 18ª Delegacia da cidade, Clayton Leão, estava conversando com os locutores da rádio Líder FM, pelo celular, quando foi baleado. A entrevista foi interrompida pelos gritos da mulher do delegado, que não ficou ferida. Na noite desta quarta-feira, dois suspeitos já haviam sido detidos: Rinaldo Valença de Lima, que teria dirigido o carro, e Edson Cordeiro, que teria feito os disparos.
Os ouvintes que acompanhavam a programação escutaram os gritos desesperados da mulher pedindo socorro às pessoas na rua. O delegado falava sobre o combate ao tráfico de drogas na região.
Segundo testemunhas, o delegado havia saído de casa para levar a mulher ao trabalho, numa clínica odontológica, e parou o carro numa estrada secundária, a Estrada da Cascalheira, para dar entrevista a uma rádio local. Um Corsa branco se aproximou. Um homem desceu e atirou duas vezes contra o delegado, na cabeça.
O carro usado pelos assassinos era um 
táxi que havia sido roubado na madrugada desta quarta-feira (26) na Região Metropolitana de Salvador. O carro foi achado queimado em uma estrada de terra, na zona rural de Camaçari-BA. O taxista já foi ouvido pela polícia
O delegado assassinado estava na Polícia Civil da Bahia desde março de 2004 e trabalhava em Camaçari-BA desde 2008. Ele havia completado 35 anos de idade em fevereiro passado e era considerado um bom policial.
- Ele estava fazendo um bom papel, um bom trabalho. Eu não sei se isso incomodou alguém - diz Carlos Lima, presidente do Sindicato da Polícia Civil.
Fonte: O globo

Líderes tentam viabilizar a votação de piso dos policiais

Gilberto Nascimento
O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) anunciou nesta quarta-feira que, em reunião na Câmara entre os líderes partidários e os representantes das associações de policiais (É BOM DEIXAR CLARO QUE MAJOR FÁBIO, CAPITÃO ASSUMÇÃO E PAES DE LIRA NÃO PARTICIPARAM DISSO), foi fechado um acordo em torno do texto da PEC 446/09 (VOTAR SEM O PISO NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL), que disciplina a criação de um piso salarial para os policiais civis e militares e bombeiros dos estados. Segundo ele, o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), levará o texto ao governo para avaliação e, na próxima terça-feira (1), uma nova reunião definirá se a votação ocorrerá no próprio dia ou na semana seguinte.

"Devido ao feriado [na quinta-feira, 3 de junho], pode ser que não haja quórum para votar matéria constitucional. Então, a votação ficará para a semana seguinte", disse Faria de Sá.

O deputado é autor da PEC 300/08, que tramita apensada à PEC 446/09, cuja votação em primeiro turno ainda não foi concluída devido à pendência na análise de destaques.

Piso provisório
(VEJAM O ABSURDO) As associações de policiais já concordaram em retirar, do texto, o piso salarial provisório de R$ 3,5 mil ou R$ 7 mil (conforme o posto) que vigoraria até o estabelecimento de um piso definitivo por meio de lei federal. O líder do PT, deputado Fernando Ferro (PE), comentou que foi superada a expectativa irreal de incluir um piso salarial na Constituição. "Temos agora a consciência de que estamos num caminho de negociação para votar uma proposta viável", disse o líder. (É TUDO O QUE O GOVERNO QUER. OS POLICIAIS ENTRAM COM TUDO E O GOVERNO ENTRA COM NADA.)

Ele confirmou que há a intenção de votar a PEC na próxima terça-feira (1), "em função de uma negociação e de propostas concretas". “Estou na expectativa de que na terça-feira tenhamos amplas condições de levar esta matéria a voto", previu.

Após destacar que todos reconhecem a importância do papel das forças de segurança, Ferro disse haver na Câmara um sentimento favorável "a definir um fundo que sustente um piso salarial para a categoria dos policiais e bombeiros”. Segundo ele, “esse é o caminho que estamos construindo".

"Quem sabe como se faz uma negociação, mais do que nunca, são os policiais, porque no dia a dia têm de tomar decisões; eles sabem que nem sempre atingimos 100% do nosso objetivo, mas podemos atingir 70% ou 80%", acrescentou o líder do PT.

Ele apelou ao bom senso dos deputados, "para que possam contribuir com uma visão positiva da negociação e resolver esse impasse".(BOM SENSO É ABRIR AS PERNAS DE VEZ PARA ESSE GOVERNO SEM VERGONHA)

NUM DIA O GOVERNO SE SENTE ACUADO E NO DIA SEGUINTE HÁ ESSA MUDANÇA DE ROTA. NÃO CONSIGO ENTENDER. TEMOS RECEBIDO MANIFESTAÇÕES DIVERSAS DE TODO O PAÍS DE QUE NÃO PODEMOS ABRIR MÃO DO PISO NA CONSTITUIÇÃO. INFELIZMENTE, OS COMPANHEIROS QUE SE ENCONTRAM EM BRASÍLIA ESTÃO DECIDINDO ALGO QUE PRECISA SER DEBATIDO POR UMA REPRESENTATIVIDADE MAIOR. TENHO TAMBÉM CERTEZA DE QUE ESSA DECISÃO DOS REPRESENTANTES DE CATEGORIA DE SE VOTAR SEM O PISO É DESPROVIDA DE QUALQUER OUTRO SENTIMENTO SENÃO DE RESOLVER O PROBLEMA. MAS A LÓGICA MORRE AÍ. ESTAMOS LIDANDO COM ASSALTANTES À MÃO ARMADA. GENTE QUE SE MATA PARA PERMANECER NO PODER. CREIO QUE OS BOMBEIROS E POLICIAIS DE TODO O BRASIL DEVEM "EMPURRAR" OS SEUS PRESIDENTES DE ASSOCIAÇÕES PARA RUMAREM À BRASÍLIA PARA QUE POSSAM REAVALIAR ESSA DECISÃO QUE PODE NOS CUSTAR UMA FALSA VITÓRIA. ESTAMOS LIDANDO COM GENTE SEM CARÁTER, QUE NÃO HONRA COMPROMISSO. E QUE ESTÁ TREMENDO DE MEDO POR CAUSA DE UMA PALAVRA: VOTO.

O ATUAL SISTEMA DE PROMOÇÃO NA POLÍCIA MILITAR E OS SEUS MALEFÍCIOS PARA A INSTITUIÇÃO, SEUS INTEGRANTES E A SOCIEDADE.



O ATUAL SISTEMA DE PROMOÇÃO NA POLÍCIA MILITAR E OS SEUS MALEFÍCIOS PARA A INSTITUIÇÃO, SEUS INTEGRANTES E A SOCIEDADE. 
TEXTO DE : José Wilson Gomes de Assis1 

“Pois que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?” MARCOS. 8.36. 

Inicialmente, faz-se necessário informar que o presente artigo não tem o objetivo de ofender a quem quer que seja e nem tampouco expor, de forma irresponsável, a amada Instituição a que pertenço. Porém, na condição de oficial, vejo-me obrigado a cumprir o dever legal (e moral) de zelar pelo bom nome da Polícia Militar, conforme me impõe o art. 28, XIX, do Estatuto dos Policiais Militares do Estado do Piauí2.
Assim, este artigo pretende constituir-se em um libelo contra o atual sistema de promoção3 na Polícia Militar e, de igual forma, num indispensável registro histórico, para que nunca nos esqueçamos de tudo de imoral e ruim que esse sistema produziu e, principalmente, evitar que no futuro atitudes tão deploráveis se repitam.
Nos últimos anos, observamos boquiabertos a desenfreada queda da ética dentro da Polícia Militar e a consolidação de uma “nova ética4” no seio da milícia piauiense, especialmente junto ao oficialato.
Essa “nova ética” traduz-se na ânsia louca de se beneficiar, a qualquer custo, de tudo aquilo que possa ser abocanhado no mais curto espaço de tempo. Para tanto, vale-se da proximidade do poder para alterar leis, decretos, normas ou tudo mais que possa atrapalhar seus intentos. A essa ânsia não se encontram limites, pois, literalmente, os fins justificam os meios. Aqui, lança-se à lama todo o valor moral que se poderia esperar de um oficial, de qualquer policial militar ou mesmo do cidadão comum, uma vez que se espera que todos tenham, ao menos, uma noção básica do que é certo ou errado.
Não se vê mais honra, respeito ou ética. O sagrado templo dos valores militares, onde deveria se cultivar a “religião da honra”, hoje se assemelha mais a um mercado no qual a honra (ou o que restou dela) é vendida para qualquer um que possa lhe garantir vantagens e uma ascensão meteórica na carreira.

É com imensa vergonha que me vejo obrigado a relatar que hoje cada político, se assim o quiser, terá (e a maioria tem) o seu oficial de estimação5, cujo manual, para mantê-lo dócil e obediente, contém apenas duas lacônicas recomendações: ofereça-lhe uma parca gratificação e, principalmente, uma mera expectativa de promoção. 

Todavia, a culpa não deve recair exclusivamente sobre os maus políticos, pois embora haja a cooptação de parte do oficialato pelos detentores do poder, há de igual forma, oficiais que utilizam essa proximidade para tirar todos os proveitos possíveis dessa simbiose imoral6. É lamentável verificar que tais oficiais tenham rapidamente esquecido o compromisso de honra prestado quando do ingresso nas fileiras da Polícia Militar, em que, na presença da tropa fazemos o solene juramento7 de regularmos nossas vidas pelos preceitos da moral.
Também é extremamente decepcionante constatar que determinados políticos que chegaram ao poder empunhando a bandeira da ética e da moralidade, vergonhosamente, são os principais fiadores desse sistema. Entretanto, para sermos justos, é preciso informar que essa prática não é recente, existe há anos. Porém, nos últimos tempos ela foi posta em escala industrial.

Para se ter idéia, nos últimos anos a Lei de Promoção de Oficiais sofreu várias mutilações: ora para diminuir os interstícios em alguns postos com o objetivo de se garantir várias promoções num curto espaço de tempo. Ora para produzir um aberrante quadro de medalhas com o objetivo de se fornecer uma exagerada pontuação a alguns oficiais e assim garantir-lhes facilmente suas promoções por merecimento8. E finalmente, como golpe fatal, eliminou-se o “inconveniente” limite quantitativo que restringia o número de oficiais que poderiam ser promovidos por merecimento. A retirada desse “empecilho” possibilitou que oficiais mais modernos fossem promovidos na frente de um grande número de oficiais muito mais antigos. 

A respeito dos critérios comumente utilizados para se escolher os que serão promovidos por merecimento é imprescindível a lição de FRANK D. McCANN9 que, embora se refira ao Exército Brasileiro nos idos de 1880, mostra em sua narrativa um fiel retrato daquilo que se pratica hoje, em pleno século XXI: “Idealmente, as promoções estavam associadas ao mérito, mas muitas das vezes a influência política e o apadrinhamento de oficiais superiores determinavam quem era os favorecidos”. 

Historicamente10 nas Polícias Militares 90% das promoções por merecimento destinam-se justamente aos que não trabalham na atividade-fim da Corporação, mas em outras atividades privilegiadas (Gabinete Militar, Comando-Geral, Gabinetes Político etc). Dessa triste realidade tiramos a constatação bastante conhecida por qualquer policial militar do Brasil: quanto mais longe da atividade-fim, mais rápida será a promoção.
O atual sistema tem produzido maléficos efeitos para a Instituição, seus integrantes e a sociedade, dentre os quais podemos destacar: a reprodução dessa infame prática por partes daqueles que chegam a posições que lhe permitam beneficiar-se do poder, gerando um nefasto ciclo vicioso. O desenvolvimento de um forte sentimento de revanchismo, ressentimento e desunião entre os oficiais11. O esfacelamento da hierarquia e da disciplina em virtude da ascensão meteórica de alguns em detrimento de outros muito mais antigos. A formação de grupos de oficiais e praças que em vez de se dedicarem à segurança pública e à profissionalização da Polícia Militar, devotam-se exclusivamente para servir aos grupos políticos que estão no poder com o objetivo de tirar proveito dessa ligação. E por fim, tem-se a total desmotivação do restante da tropa, à qual cabe apenas suportar a pesadíssima carga da segurança pública, desaguando nesta e na população o resultado de todas as injustiças produzidas por esse sistema.

Infelizmente, aos que estão na tropa faltam-lhes reconhecimento, promoções, medalhas, gratificações e incentivos. Todavia, sobram-lhes cobranças, punições, riscos e sofrimento12. 

Além dos danosos efeitos institucionais acima descritos, temos ainda outros igualmente perversos que se refletem nas esferas pessoal, familiar e social. Assim, no âmbito pessoal temos um indivíduo frustrado, pois o atual sistema lhe tolhe todas as perspectivas de realização e crescimento profissional, causando-lhe enorme angústia e incerteza que somadas à impotência diante de tantas injustiças lhe afligem inúmeros males no corpo e na alma, especialmente em época de promoções. Por conseqüência, toda essa gama de aflições transpassa o indivíduo, atingindo também à sua família, gerando desajuste e sofrimento no seio familiar. Finalmente, na esfera social, temos um cidadão descrente na sociedade e em suas instituições, além do dilacerante dilema moral de se questionar a cada dia se, no mundo de hoje, vale a pena ser honesto.

Ainda do ponto de vista social, o atual sistema fomenta a formação de uma polícia voltada exclusivamente para servir aos interesses dos governantes e não à sociedade. Algo que, ao menos teoricamente, é inaceitável num Estado Democrático de Direito.

O atual sistema permite que uma minoria usurpe dos demais o sagrado direito de ascensão na carreira, pois arrancaram deles a garantia de um fluxo de carreira regular e equilibrado, expressamente previsto no art. 58, in fine, do Estatuto dos Policiais Militares do Estado do Piauí.

No futuro, as novas gerações ao escreverem sobre a história da Polícia Militar e narrarem essa página infeliz de nossa história sentirão vergonha das imoralidades cometidas e da passividade desta geração.

Por questão de justiça, também devemos destacar que existem honrados oficiais e praças que, mesmo estando próximo ao poder, não se utilizam e nem coadunam com esse sistema imoral. E cuja explicação para tão nobre atitude encontramos nas sóbrias palavras de ALFRED VIGNY13: “Penso que o Destino dirige metade da vida de cada homem, e o seu caráter a outra metade”14.

Por fim, peço ao leitor perdão pelo emprego de algumas expressões um tanto deselegantes, porém, a culpa é desses tempos vis que não permitem poesia. E acredito que mais ofensivas que essas expressões são as mazelas praticadas por esse sistema, pois não ferem apenas aos ouvidos, mais também destroem a carreira e o futuro de um grande número de oficiais e praças. Antecipando-me às críticas e censuras que virão, deixo assentado que tenho plena consciência de que, em épocas de inversão de valores, considera-se errado o que denuncia e não o que pratica atos deploráveis.

Esperamos, com este artigo, alertar os oficiais e as praças sobre o grave risco que correm o nosso futuro e a Instituição em virtude de nossa vergonhosa passividade. Igualmente buscamos dá conhecimento às autoridades e à sociedade sobre a insustentável situação em que se encontra a Polícia Militar, e assim, tentarmos juntos fazer frente a esse sistema que vem, ao longo dos anos, contribuindo significativamente para o esfacelamento moral da Corporação. E por fim, possibilitar aos partidários da “nova ética” uma profunda reflexão sobre o grande mal que estão causando à Instituição, aos demais companheiros de farda e, principalmente, à sociedade piauiense, à qual juraram servir e proteger.

Assim, para mudarmos esse triste quadro é preciso urgentemente criar uma nova e moderna Lei de Promoção de Oficiais e Praças que garanta a todos um efetivo fluxo regular de carreira e a profissionalização da Polícia Militar, em que o constante aprimoramento e a qualificação do militar de polícia sejam os principais mecanismos de ascensão e crescimento na carreira. Dessa forma, ganhariam a Instituição, seus integrantes e, principalmente, a sociedade.

TEXTO ENVIADO PELO CAP PMPI WILSON GOMES
Fonte;http://www.papodepm.com

Piso de policiais fica para hoje


Câmara fecha acordo para votar proposta que cria remuneração mínima para pessoal da segurança sem fixar valores

O DIA - Brasília - A Proposta de Emenda Constitucional (PEC 300/08) que cria o piso salarial nacional dos policiais brasileiros entra em votação na tarde de hoje na Câmara de Deputados após acordo entre lideranças partidárias e dos servidores da segurança. O acordo permitiu que o valor do piso não conste do texto da PEC, sendo ele apresentado por meio de projeto de lei tão logo a proposta seja sancionada pelo presidente Lula.

A proposta entraria em votação já na noite de ontem, mas faltou quórum na sessão extraordinária convocada pelo presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP). Temer transferiu a sessão ordinária de debates para as 14 horas de hoje. Ele lembrou que haverá sessão do Congresso, às 10 horas, para a análise de projetos relacionados ao Orçamento e durante a tarde retomará a pauta de votações, que abre com projeto de lei do setor de telecomunicações. A PEC do piso salarial dos policiais deve ser analisada logo em seguida.

O acordo para votação do piso foi obtido após reunião de líderes, com a criação de comissão especial formada por seis integrantes – três indicados pelo governo e três da aposição. A meta era chegar a um texto consensual e colocar em votação a PEC. A comissão deliberou pela retirada do valor do piso do texto original da proposta.

Líderes Tentam Viabilizar A Votação De Piso Dos Policiais.


O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) anunciou nesta quarta-feira que, em reunião na Câmara entre os líderes partidários e os representantes das associações de policiais, foi fechado um acordo em torno do texto da PEC 446/09, que disciplina a criação de um piso salarial para os policiais civis e militares e bombeiros dos estados. Segundo ele, o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), levará o texto ao governo para avaliação e, na próxima terça-feira (1), uma nova reunião definirá se a votação ocorrerá no próprio dia ou na semana seguinte.
“Devido ao feriado [na quinta-feira, 3 de junho], pode ser que não haja quórum para votar matéria constitucional. Então, a votação ficará para a semana seguinte”, disse Faria de Sá.
O deputado é autor da PEC 300/08, que tramita apensada à PEC 446/09, cuja votação em primeiro turno ainda não foi concluída devido à pendência na análise de destaques.
Piso provisório
As associações de policiais já concordaram em retirar, do texto, o piso salarial provisório de R$ 3,5 mil ou R$ 7 mil (conforme o posto) que vigoraria até o estabelecimento de um piso definitivo por meio de lei federal. O líder do PT, deputado Fernando Ferro (PE), comentou que foi superada a expectativa irreal de incluir um piso salarial na Constituição. “Temos agora a consciência de que estamos num caminho de negociação para votar uma proposta viável”, disse o líder.

Ele confirmou que há a intenção de votar a PEC na próxima terça-feira (1), “em função de uma negociação e de propostas concretas”. “Estou na expectativa de que na terça-feira tenhamos amplas condições de levar esta matéria a voto”, previu.
Após destacar que todos reconhecem a importância do papel das forças de segurança, Ferro disse haver na Câmara um sentimento favorável “a definir um fundo que sustente um piso salarial para a categoria dos policiais e bombeiros”. Segundo ele, “esse é o caminho que estamos construindo”.
“Quem sabe como se faz uma negociação, mais do que nunca, são os policiais, porque no dia a dia têm de tomar decisões; eles sabem que nem sempre atingimos 100% do nosso objetivo, mas podemos atingir 70% ou 80%”, acrescentou o líder do PT.
Ele apelou ao bom senso dos deputados, “para que possam contribuir com uma visão positiva da negociação e resolver esse impasse”.

Polícia prende assassinos de delegado de Camaçari(BA)


Estão presos desde as 19h30 de quarta-feira os dois assassinos do delegado Clayton Leão Chaves, de 35 anos, titular da 18ª Delegacia, de Camaçari (BA), região metropolitana de Salvador.
O policial foi morto, com três tiros às 9 horas ao lado da esposa, dentro de seu Ford EcoSport, após parar na Estrada da Cascalheira, no bairro rural de Cajazeira de Abrantes, para dar entrevista a uma rádio local.
No momento em que era entrevistado, o delegado foi abordado por assaltantes e baleado três vezes após os bandidos perceberem que a vítima era um policial. A intenção dos bandidos era levar o carro. Os criminosos ocupavam um Corsa Sedan táxi, que foi abandonado horas depois e incendiado pelos criminosos.
Rinaldo Valença de Lima, que já tem passagens por roubo e homicídio e confessou ter disparado contra o delegado, foi preso em casa, no bairro da Gleba E. Edson Cordeiro, o "Inha", já indiciado em outra ocasião por roubo, também foi preso na casa onde mora, no bairro do Parque Verde II. Um terceiro homem, de prenome Magno, também teria participado do crime, mas continua foragido.
Delegado - Clayton Leão foi coordenador do Grupo de Repressão a Roubo a Estabelecimento Financeiro (GRREF), do COE (Centro de Operações Especiais), onde atuou durante quatro anos. Atualmente, realizava um trabalho de enfrentamento ao tráfico de drogas na cidade.
Fonte:G1

quarta-feira, 26 de maio de 2010

A PEC 300 será votada próxima semana dia 1 de junho

Liderança governista realiza acordo com liderança da PEC 300/446 e representantes policiais no tocante uma mudança no texto base, a PEC deverá ir para plenária sem um valor.
Sua votação deverá acontecer na próxima terça(01/06).
Neste momento acontece muitas discussões  no plenário da câmara dos deputados; os deputados demonstram apoio total  a votação da PEC 300/446 e pedem para os policias não ficarem desanimados pois a PEC será votada até próxima semana.
A comissão designada nesta terça para apreciar o texto base da PEC 300 construiu uma saída para a votação da PEC.
Então bravos policiais próxima semana estaremos novamente acompanhando a câmara do deputados federais.

Quatro morrem em ataque a base da PM no Rio


Um sargento da Polícia Militar e três criminosos morreram após um ataque contra o Posto de Policiamento Comunitário (PPC) em Anchieta, na zona norte do Rio de Janeiro, que deu origem a uma intensa perseguição pelas ruas da cidade. No confronto, uma mulher que estavam em um ônibus ficou gravemente ferida por uma bala perdida.
De acordo com a PM, por volta das 11 horas, três homens armados em um Astra pararam no PPC em busca de informações. Em seguida, eles renderam e roubaram as armas dos policiais. Com o armamento da corporação, eles efetuaram vários disparos contra os agentes. Um sargento morreu na hora.
Após um alerta pelo rádio da polícia, várias viaturas iniciaram uma intensa perseguição ao carro dos criminosos, que terminou em Parada de Lucas, subúrbio do Rio, na Avenida Brasil, uma das principais vias expressas da cidade. No local, houve tiroteio e os criminosos foram baleados. Eles foram levados para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo. Dois chegaram mortos e um deles foi levado ao centro cirúrgico, mas não resistiu.
A passageira de um ônibus atingida por uma bala perdida foi internada em estado grave no Hospital Getúlio Vargas. Até esta tarde, ela permanecia no centro cirúrgico. Um capitão da PM ficou ferido, mas não corre risco de morrer e está internado no Hospital da Polícia Militar.
Com os criminosos, a polícia apreendeu os três fuzis e três pistolas roubadas dos policiais e outras três pistolas dos criminosos. A Polícia Militar não informou o nome do sargento morto "por respeito aos familiares".
Fonte:G1

Plenário terá sessão extra-PEC 300

Inocêncio Oliveira garantiu que as PECs 446/09  e 308/04 também poderão ser pautadas se houver acordo entre os líderes. A primeira está em votação no primeiro turno e estabelece um piso salarial para os policiais dos estados; a segunda PEC permite a criação da polícia penitenciária.

PEC sobre piso de policiais poderá ser votada na noite de hoje


O presidente Michel Temer disse que poderão ser colocados em votação na noite de hoje, em sessão extraordinária, os destaques  pendentes da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 446/09, sobre a remuneração dos bombeiros e policiais militares. Para isso acontecer, segundo ele, será necessário um acordo entre os líderes de partidos em relação à retirada, do texto, do valor provisório do piso salarial dessas categorias. Esse valor seria de R$ 3,5 mil ou R$ 7 mil (dependendo do posto ocupado), até uma lei federal determinar o piso definitivo.
Temer tomou essa decisão depois de ter sido informado, por parlamentares, de que os dirigentes de associações de policiais presentes em Brasília teriam concordado em retirar o valor do piso para viabilizar a votação da matéria.
Segundo a deputada Luciana Genro (Psol-RS), os policiais aceitaram retirar o valor da PEC, mas desejam que o projeto de lei necessário para disciplinar o tema seja enviado rapidamente ao Congresso.

PEC 300 PODE SER VOTADA AINDA HOJE


Os deputados federais representantes da categoria policial militar estão dispostos em votar o piso salarial nacional com a retirada do valor de R$ 3.500,00.

Se os lideres de partidos entrarem em acordo o presidente da Câmara Federal Michel Temer irá reunir todos os lideres para confirmar tal acordo.

Sendo confirmado, a PEC 300 irá ser colocada em votação na sessão extraordinária que acontecerá hoje à noite.

Se acontecer desta forma, o piso salarial nacional será normatizado a partir de uma lei complementar editada pelo executivo, ou seja, pelo presidente da república.

“Possivelmente teremos um piso salarial girando em torno de 3 mil a 3,5 mil reais. Pois a finalidade do projeto de emenda constitucional é diminuir a diferença de salários existente em nosso país, tornando-os mais próximos e jutos. Dando assim dignidade aos policiais militares do nosso Brasil”. CABO HERONIDES

As viagens a Brasília irão continuar, pois necessitamos garantir este valor no piso salarial nacional, ou seja, garantir este valor na lei complementar.

PEC 300: Major Fábio cobra sensibilidade do PT

PEC 300: Major Fábio cobra sensibilidade do PT
Deputado paraibano convidou os líderes do PT para construir um acordo que contemple os Policiais e Bombeiros. Polícia Civil já fala em greve nacional 

Após a reunião dos líderes partidários em que o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), quebrou o acordo, assumido publicamente com os PMs e BMs, de levar a PEC 300 ao Plenário, o deputado paraibano Major Fábio (DEM) apresentou sua disposição em dialogar com os parlamentes da base do Governo que se recusam a votar a PEC.

Como mediador, o paraibano pediu sensibilidade, “gostaria muito de que a Casa pudesse ter um olhar sensível para esses heróis da Nação e trouxesse a PEC 300 para ser votada, mesmo que seja com acordo. Precisamos nos sentar, verdadeiramente, para fazer esse acordo”.

O parlamentar paraibano convidou publicamente os deputados do PT para uma reunião a fim de definir uma alternativa para a PEC 300. “Estamos dispostos a isso. O que falta para votarmos a PEC 300? Se for sentar, conversar, fazer um acordo, estamos dispostos a fazê-lo já, neste momento”, adiantou Fábio.

PEC 300 NÃO TEM DATA DEFINIDA PARA VOTAÇÃO



Após muita confusão entre deputados na Câmara, na noite de terça-feira (25), votação das PECs sobre piso salarial de policiais e bombeiros (300/08 e 446/09), ainda não tem data definida, conforme anuncia a Agência Câmara. 

Em pauta 

De acordo com a agenda de votação, o Plenário tem a pauta trancada por oito medidas provisórias, nesta tarde que irá a votação em sessão ordinária. A primeira MP da lista é a 476/09, que estimula a reciclagem de resíduos sólidos (lixo urbano). Essa MP concede crédito presumido do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) à empresa industrial que usa como matéria-prima produtos recicláveis adquiridos diretamente de cooperativa de catadores.

Além das MPs, o Plenário poderá votar outras propostas em sessões extraordinárias, como o Projeto de Lei 1481/07, que permite o uso de recursos do Fust no financiamento de serviços como a internet de banda larga. O objetivo principal da proposta, de autoria do Senado, é ampliar o acesso dos alunos das escolas públicas à internet de banda larga. Tem preferência de votação o substitutivo da comissão especial que analisou o projeto. 
Demais MPs 

As demais MPs que trancam a pauta são: 

- MP 478/09, que extingue o seguro habitacional do Sistema Financeiro da Habitação (SFH); 
- MP 481/10, que autoriza o Executivo a doar até 260 mil toneladas de alimentos a 12 países pobres; 
- MP 482/10, que viabiliza a aplicação, pelo Brasil, de sanções autorizadas pela Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre os direitos de propriedade intelectual de outros países quando eles descumprirem normas da OMC; 
- MP 483/10, que dá status de ministério a quatro secretarias especiais vinculadas à Presidência da República; 
- MP 484/10, que prevê apoio financeiro da União às regiões Norte e Nordeste para o fortalecimento do ensino médio; 
- MP 485/10, que abre crédito extraordinário para o Ministério da Educação, os estados, o Distrito Federal e os municípios, no valor global de R$ 1,6 bilhão; 
- MP 486/10, que abre crédito extraordinário para órgãos do Poder Executivo, no valor total de R$ 1,4 bilhão.

MAIS 262 POLICIAIS SÃO PROMOVIDOS A SARGENTO DA PMRN





Fotos: Ivanizio Ramos
Na manhã desta quarta-feira (26), mais 262 praças da Polícia Militar foram promovidos e deixaram a patente de cabo ascendendo a sargento. A solenidade marcou o encerramento do Estágio de Habilitação a Graduação de Sargentos (EHS), curso que durou 30 dias e acabou com a espera de décadas de muitos deles que já tinham tempo de serviço, mas ainda não tinham recebido as promoções.
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O Governo do Estado deu mais um passo para corrigir as distorções que já duravam anos dentro dos quadros da Polícia Militar. É um benefício para cada policial e um privilégio para a corporação como um todo”, destacou o comandante geral da PM, coronel Francisco Canindé de Araújo, que, durante a solenidade, oficializou as promoções dos novos sargentos.
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O EHS tem a finalidade de beneficiar os cabos e soldados da Polícia Militar com mais de 15 anos de serviço e que não tiveram a oportunidade de realizar o curso de formação de forma regulamentar. Em menos de um mês, é a segunda grande promoção autorizada pelo Governo do Estado, que no início de maio, realizou a maior da história da Polícia Militar do Rio Grande do Norte. Na ocasião, foram promovidos 216 oficiais (de 2º tenente a coronel) e 431 praças (de 3º sargento a suboficial) e na mesma solenidade, o próprio governador Iberê Ferreira de Souza assinou o decreto regulamentando o ingresso de soldados e cabos nos cursos de formação de cabos e de sargentos da Polícia Militar. O curso para sargento foi concluído nesta quarta (27) e o de cabos, está em fase final.
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Ainda este ano, um novo concurso interno no âmbito da Polícia Militar será aberto para incluir soldados e cabos no curso de formação de sargentos seguindo os critérios da antiguidade, conduta disciplinar e merecimento intelectual
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AUTOR: Agência RN

CAMINHONETE FOI TOMADA DE ASSALTA ENTRE PATU E BELÉM DO BREJO DO CRUZ-PB





Mais um veículo foi tomado de assalto na região de Patu, desta vez entre as cidades de Patu e Belém do Brejo do Cruz, no vizinho estado da Paraíba.

Por volta das 05:30 horas desta quarta-feira, 26/05, três elementos armados abordaram a pessoa conhecida por DURVAL, que se deslocava da fazenda Passagem com destino a cidade de Belém do Brejo do Cruz-PB, na caminhonete tipo SILVERADO, de cor vermelha, carroceria de madeira, ano/modelo 1998/1999, placa MYV - 8890 - Caicó-RN, carregada de leite para entrega naquela cidade.

Os elementos se encontravam em um veículo tipo Pálio branco, provavelmente o pálio weekend tomado de assalto de um morador de Messias Targino, fato ocorrido recentemente entre Patu e Messias Targino.

Segundo informações da Polícia Militar de Patu o assalto se deu na rodovia estadual que liga Patu e Belém do Brejo do Cruz, ocorrendo no trecho não asfaltado da rodovia no município de Belém.

Os assaltantes levaram o motorista como refém e liberaram o mesmo numa fazenda no município de Janduís por volta das 12:00 horas.

A Silverado pertencente ao agropecuarista Janúncio Nóbrega de Azevedo.
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Foto Meramente Ilustrativa

DELEGADO É ASSASSINADO ENQUANTO CONCEDIA ENTREVISTA AO VIVO PARA UMA RÁDIO NA BAHIA.


Delegado Clayton Leão Chaves (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Simplesmente estarrecedora. Essa é a palavra que consigo descrever a cena de desespero vivida pela mulher de um delegado morto em uma emboscada na estrada da Cascalheira, por volta de 8h da manhã desta quarta-feira (26), enquanto concedia uma entrevista ao vivo, via celular, para uma rádio da cidade de Camaçari/BA.
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Durante a entrevista do delegado, é possível ouvir o momento em que ele foi abordado pelos assassinos e pronunciar "Peraí, Peraí...", depois disso escuta-se dois tiros claramente. O delegado foi atingido com dois tiros na cabeça e faleceu quando recebia os primeiros cuidados médicos.

Armação para matar a PEC 300 cai no twitter do Capitão

Durante a reunião do colégio de líderes, Capitão Assumção denunciou via twitter que o Presidente da Câmara estava sepultando a PEC 300, ao criar, sob a determinação do líder Vaccarezzaa uma "comissão" para resolver o problema da PEC 300. no Brasil, quando se organiza uma comissão é para não se resolver nada. Destemperadamente, Michel Temer encerrou a reunião por não concordar que Capitão Assumção continuasse mostrando a opinião de cada líder on-line, para todos os bombeiros e policiais da nação. Se querem ter seriedade, é só votar a PEC 300, que tem o endosso da maioria dos parlamentares brasileiros.

POLÍCIA MILITAR PRENDEU 22kg DE CRACK EM PARNAMIRIM





Cerca de 22 kg de crack foram apreendidos pela Polícia Militar, na manhã desta terça-feira (25), em Parnamirim, região da Grande Natal. Lenivaldo de Oliveira Vitor, de 23 anos, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.

Segundo informações do capitão da PM Givanildo, os policiais receberam denúncias e foram até a residência onde Lenivaldo escondia a droga, no bairro Parque Industrial, por volta das 7h20. 


No local, além do crack, os policiais encontraram uma pistola 380, três balanças de precisão, além de outros tipos de material usado para a venda do entorpecente.
 

Ainda de acordo com o capitão Givanildo, Lenivaldo tem passagens pela polícia por consumo de drogas. Toda o crack apreendido foi levado para a Delegacia de Plantão da Zona Sul, onde o acusado foi autuado.
 
Da redação do DIARIODENATAL.COM.BR