quinta-feira, 19 de agosto de 2010

ORGANIZAÇÕES SOCIAIS SÃO CONTRA CRIAÇÃO DA POLÍCIA PENAL


Para impedir a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 308, que transforma os agentes penitenciários em policiais penais, organizações sociais enviaram a todos os parlamentares uma carta com a assinatura de 25 entidades, como a organização não governamental Justiça Global e o Instituto Sou da Paz. No documento, elas afirmam que as atribuições de uma Polícia Penal seriam semelhantes às funções das polícias Civil e Militar.

“Embora seja importante a regulamentação nacional do salário, da carga horária e de outras condições de trabalho dos servidores do sistema prisional brasileiro, tal reforma pode e deve ser implementada sem que seja criado mais um órgão policial”, diz o documento.

Após seis anos tramitando no Congresso Nacional, a PEC 308 estava na pauta de votações da Câmara dos Deputados desta quarta-feira. Porém, a falta de quórum e de um acordo entre lideranças do governo e da oposição inviabilizaram a votação da proposta.

O Brasil tem quatro corporações policiais: a Federal, a Rodoviária Federal, a Polícia Civil e a Militar. Caso a PEC seja aprovada, o país estará a um passo de ter uma quinta corporação: a Polícia Penal. A emenda dá aos carcereiros o poder de investigar crimes e recapturar presos. No entanto, a proposta não foi bem aceita por entidades da sociedade civil nem pelo Ministério da Justiça.

De acordo com o assessor jurídico da Pastoral Carcerária, José de Jesus Filho, a criação de uma Polícia Penal agravaria a falta de transparência e controle externo do sistema prisional. “Ela não vai trazer solução para o sistema prisional. Vai ser uma instituição que se somará ao caos já existente. A Polícia Civil reclama há anos que funções de polícia e de custódia não combinam. É preciso aumentar o número de agentes penitenciários, criar um plano de carreira, ter uma formação adequada e oferecer salários dignos”.

Segundo Jesus Filho, uma das maiores preocupações das organizações é que agentes penitenciários recorram ao lobby para a defesa dos direitos corporativos. “Não há preocupação com a sociedade. A preocupação é nitidamente corporativa. O nosso medo é que a experiência de sindicatos de agentes dos Estados Unidos, que emprestam milhões [de dólares] para o endurecimento das penas, ocorra aqui também”.

FONTE: Jornal do Brasil

COMANDANTE GARANTE QUE PM's VÃO RECEBER SALÁRIOS ATRASADOS NESTE MÊS


Turma de 237 recém-formados na Academia Militar estavam sem o auxílio-formação e, posteriormente, sem o salário. Atraso já é de seis meses.

Após a denúncia de que uma turma de 237 soldados da Polícia Militar estavam sem receber os salários há seis meses, o Governo do Estado anunciou que vai efetuar o pagamento das remunerações do grupo, constituído por recém-formados na Academia Militar, até o final deste mês. Além disso, as promoções atrasadas de mais de 800 policiais também serão quitadas.

A informação foi confirmada na manhã desta quinta-feira (19) pelo o Comandante da PM, Coronel Araújo. Em conversa, ele disse o secretário de Administração, Paulo César Medeiros, lhe garantiu pessoalmente que o repasse iria ser feito ainda em agosto.

“Hoje (19) nos reunimos com a Associação de Cabos e Soldados (ACS) para tratar deste assunto e, durante o encontro, recebi uma ligação do secretário, na qual ele reafirmou o compromisso do governo de pagar os atrasados da categoria”, disse o coronel.

Com a confirmação da Secretaria, os 237 policiais recém-formados vão receber os valores referentes ao período no qual passaram pelo curso de formação da Polícia Militar, que teve início no mês de fevereiro. Durante o curso, os alunos deveriam receber o equivalente a R$ 510, além do valor referente ao transporte, que é de R$ 147.

De acordo com o presidente da ACS, Jeoás dos Santos, além de garantir o pagamento dos atrasados, o governo também se comprometeu a pagar em dia o salário dos 481 alunos que estão matriculados atualmente no curso preparatório da polícia. “A nossa luta foi positiva, pois, além de garantir os direitos dos polícias recém-formados, vamos fazer com que estes problemas de atraso não voltem a acontecer”, disse.

Santos explica que os atrasos teriam sido causados por atraso no envio da documentação da PM à Secretaria de Administração. Segundo ele, os documentos foram encaminhados apenas no quarto mês do curso. “Depois do envio, a papelada ainda ficou parada na Secretaria por mais dois meses”, explica. Para evitar esse tipo de problema, a Polícia Militar já fez o envio da documentação referente aos alunos matriculados atualmente no curso de formação.

FONTE: Nominuto

Justiça nega liberdade para Soldado da PM.

O Tribunal de Justiça manteve a prisão do soldado do 10º Batalhão da Polícia Militar, Edson Alves Araújo, 26, preso no dia 22 de junho após fazer 8 disparos com uma pistola ponto 40 em uma avenida do bairro CPA 2, na Capital. Ele foi denunciado por moradores pouco depois da meia-noite, quando foram ouvidos os tiros. Várias ligações foram feitas ao 190 da PM e pelo menos 2 equipes em rondas foram até o local e se depararam com o veículo Celta, de cor prata, estacionado na rua.
O soldado PM estava no veículo, armado com a pistola. Ao ser abordado, alegou que realmente havia feito 8 disparos. Disse que fez isso porque estava sendo cercado por 2 motociclistas e que atirou para o alto para afugentá-los. Edson Alves foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde depois de ouvir a versão dele o delegado Cláudio Victor Fresz solicitou ao Ciosp as imagens do sistema de monitoramento de câmeras da via onde ocorreram os disparos.
De acordo com o delegado, as imagens não confirmaram a versão do militar, já que não foi registrado o acompanhamento ou perseguição dele por motociclistas. Com isso foi feito o flagrante de disparo em via pública, crime não afiançável que fez com que Edson fosse recolhido ao presídio militar.
O desembargador Juvenal Pereira da Silva, relator do processo, constatou indícios suficientes da materialidade do crime. Dentre outros objetos, foi apreendido com o militar uma pistola Taurus, de uso restrito da Polícia Militar, acompanhada de um carregador. O juiz observou que o laudo com o resultado do exame de embriaguez concluiu que o policial estava alcoolizado, apresentando sinais de leve euforia e presença de agressividade e concluiu que a conduta dele gerou insegurança e colocou em risco a garantia da ordem pública.
fonte:http://policialdopovo.wordpress.com

Quem é contra a PEC 300 é a favor do crime organizado

Não há outra explicação: o presidente da Câmara, Deputado Michel Temer (PMDB-SP), e o líder do governo na Casa, Deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), são contra a PEC 300. Tanta resistência à PEC 300 só pode ser por conta disso.
Li há pouco que a sessão desta quarta-feira (dia 18 de agosto) da Câmara foi cancelada por causa da invasão legítima do Salão Verde da Casa pelos trabalhadores da Segurança Pública, os verdadeiros heróis brasileiros. Isso não procede...
A sessão de hoje, a última antes das eleições, foi cancelada porque Temer não quer votar a PEC 300. A sessão foi cancelada porque Vaccarezza não quer votar a PEC 300. A sessão foi cancelada porque, infelizmente, a esmagadora maioria dos deputados não consegue impor sua vontade.
A PEC 300 é quase unanimidade na Câmara Federal. Os deputados federais sabem que a Segurança Pública é uma exigência e uma necessidade para o Brasil. Sabem que o povo vai escolher políticos que defendem a causa. Afinal, quem trabalha pela segurança, trabalha por toda a população.
Contudo, alguns conseguem impor sua vontade em detrimento de centenas de outros representantes do povo. Se fosse para votar as três medidas que estão na frente da PEC 300, Vaccarezza e Temer mobilizariam os deputados. Mas a Casa não quer votar as MPs, quer votar a PEC 300. Daí a pergunta: E por que não votamos a PEC 300? Resposta: Má vontade política!
Observem o diz o portal G1 sobre o assunto: “O 1º vice-presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), afirmou que a decisão de cancelar a sessão foi tomada após consulta aos líderes partidários. Segundo ele, o cancelamento se deveu à soma da falta de acordo com os problemas causados pela invasão. Ele recebeu líderes dos manifestantes para comunicar a decisão de cancelar o ‘esforço concentrado’”.
“A confusão corroborou para isso acontecer. Já não tinha uma vontade dos líderes nem qualquer acordo para voltar nenhuma matéria”, afirmou Maia.
Irmãs e irmãos de farda, não podemos desanimar diante de mais esse duro golpe. Temos de dar a resposta nas urnas nas próximas eleições. Quem trabalha contra a PEC 300 não pode ser eleito para cargos públicos.
Depois das eleições, voltaremos ao Congresso para pressionar pela aprovação da PEC. E só deixaremos o Parlamento quando a justiça for feita aos trabalhadores da Segurança Pública.
A união é a nossa força.
Deputado Federal Capitão Assumção
Fonte:capitaoassumcao

Policiais das UPPs serão mediadores de conflito entre moradores

Os policiais militares das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) vão atuar como juízes leigos dentro das comunidades até o fim do ano. Com o apoio do Judiciário, eles serão habilitados para resolver pequenos problemas, como conflitos familiares e brigas entre vizinhos. Cada UPP terá três policiais com formação de mediadores na favela. Os PMs receberão um treinamento custeado pelo Tribunal de Justiça (TJ), em convênio firmado ontem de manhã, na sede do TJ (no vídeo, soldado explica como vai funcionar a mediação).

A cerimônia de lançamento contou com a participação do presidente do TJ, Luiz Zveiter; dos secretários de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, e de Assistência Social, Ricardo Henriques; e do comandante das UPPs, coronel Robson Rodrigues.

Os mediadores receberão aulas com noções em psicologia, antropologia, sociologia e matérias destinadas ao restabelecimento de comunicação. O curso será coordenado pelo juiz André Gomma e pelo psicólogo Marcelo Girarde, doutor em Psicologia Social e mestre em Mediação.

Três semanas de aulas A partir do próximo dia 14, 240 PMs receberão um curso com duração de três semanas de abordagem não-violenta. Em seguida, serão selecionados os policiais habilitados para o curso de mediação.

As unidades de Santa Marta, Babilônia, Batan, Chapéu Mangueira e Cantagalo, que foram as primeiras UPPs instaladas no Rio, serão, inicialmente, contempladas com o novo modelo de atuação.

— A ideia é desafogar o Judiciário e dar autoridade para que os policiais dissolvam os conflitos — explica a presidente do Subgrupo de Trabalho para Conciliação e Mediação, Marilene Melo Alves, que vai coordenar os cursos.

No Pavão-Pavãozinho e no Cantagalo, o grupamento de aproximação com os moradores, formado por seis policiais militares, têm conseguido garantir a resolução pacífica dos conflitos ou ajudar na prestação de serviços públicos.

— Os moradores apresentam o problema e fazemos uma reunião entre as partes. A maioria das nossas ocorências são de conflitos entre os moradores — disse o subcomandante da UPP do Pavãozinho e do Cantagalo, tenente Alexandre de Souza.

Para o balconista José Haroldo Ripardo, a ajuda dos PMs foi crucial para resolver um desentendimento com sua vizinha. Ela não concordava com a presença de caixas d'água em sua laje.

— Tivemos que contar com o apoio da UPP, porque a vizinha não aceitava acordo. Em menos de um mês, resolvemos o problema — conta.
Fonte:http://extra.globo.com

Mais notícias sobre a invasão de policiais e agentes a Câmara Federal

Policial diz que foi estrangulado em manifestação

O confronto físico entre policiais e agentes da Polícia Legislativa da Câmara acabou mal para um dos líderes da manifestação em curso no Salão Verde da Casa – inconformados com a falta de votações no esforço concentrado da Câmara, manifestantes a favor da aprovação de piso salarial ocupam o local, ao lado do plenário, e dizem que lá amanhecerão. Com o maxilar deslocado, o coordenador do Movimento pela Aprovação da PEC 308 (fixa o piso salarial para servidores da segurança pública da área penal), o agente Fernando Anunciação disse ao Congresso em Foco que só deixará a Câmara “morto”.


“Houve enfrentamento. No meio da confusão, fui enforcado por um segurança da Câmara, que foi me arrastando e tentando me tirar daqui”, resumiu o agente prisional, levando as mãos ao maxilar vermelho e inchado. Com expressão de sofrimento e dificuldade para falar, Fernando precisou de uma palavra para descrever a intensidade da dor que sente no rosto. “Bastante.”

Houve embates violentos entre agentes da segurança pública e policiais legislativos, tudo registrado por câmeras fotográficas e de TV, sob o olhar de dezenas de profissionais da imprensa.

 
Dezenas de curiosos – entre servidores do Legislativo e visitantes – acompanhavam tudo à distância, entre flashes e comentários de incredulidade.

 
Cercado por cerca de 100 policiais (eram cerca de 300 no momento da ocupação), que empunhavam uma bandeira do Brasil e gritavam palavras de ordem, Fernando criticou a falta de empenho de deputados em votar as proposições pendentes na pauta. Ele centrou os ataques nos líderes de bancada – a quem cabe fechar acordos de votação – e no próprio presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP). Tendo prometido por mais de uma vez concluir a deliberação das PECs 300 e 308, Temer não compareceu à Casa nesta terça-feira (17).

“Isso se chama deputado federal. Líderes partidários que não têm responsabilidade com a classe, com o trabalhador. Isso é um absurdo, um descaso com o trabalhador da segurança pública. Por incrível que pareça, o Temer sequer veio hoje”, protestou Fernando, criticando a ação dos policiais da segurança privada institucional. “É trabalhador agredindo trabalhador.”

Manifestantes acusam Câmara de usar arma elétrica

Fábio Góis e Eduardo Militão

Manifestantes que lutam pelas PECs 300 e 308 relataram ao Congresso em Foco que a Polícia Legislativa da Câmara usou arma elétrica no confronto da noite desta terça-feira (17). Um deles mostrou à reportagem as marcas do que pode ter sido um choque.

No momento da confunsão, o Congresso em Foco presenciou um segurança da Câmara utilizar um equipamento que emita luzes contra manifestantes. Procurado, o policial negou que estivesse de posse de uma arma elétrica. O diretor da Polícia Legislativa, Valério Silva, também negou, assim como o diretor de Comuicação da Casa, Sérgio Chacon.

De acordo com informações extra-oficiais, a Câmara possui armas elétricas. Ela são chamadas de “taser”. O equipamento emite choques que derrubam a pessoa e a mantêm imobilizada por 20 segundos. É o tempo para algemá-la. A arma tem alcance de cerca de três metros. Um segurança ouvido pelo Congresso em Foco afirmou que o equipamento não poderia ter sido usado em um tumulto.

Câmara vai investigar agressores de dois seguranças

Manfestantes a favor de PECs invadem Câmara após esforço concentrado não resultar em votaçõs. PM vai reforçar segurança externa na quarta-feira. Michel Temer pede cautela para evitar mais violência

A Câmara dos Deputados vai investigar os agressores de dois seguranças da Casa, feridos no confronto com manifestantes que pressionam pela aprovação das PECs 300 e 308. Na noite desta terça-feira (17), após violência de ambos os lados, os manifestantes invadiram o salão verde da Câmara após os deputados, que prometiam um esforço concentrado, encerrarem a sessão sem votar nada.

De acordo com o diretor da Secretaria de Comunicação (Secom) da Casa, Sérgio Chacon, a Polícia Legislativa vai tentar identificar os agressores e buscar indiciá-los. Uma hora depois do conflito, os seguranças já analisavam as câmeras do circuito interno da Casa para avaliar a situação.

“Meu amigo levou cintadas na cabeça”, disse um agente ao Congresso em Foco. Segundo Chacon, um servidor da Casa levou “várias pancadas na cabeça” e está em observação no serviço médico da Câmara, embora aparentemente não tenha acontecido nada grave. O outro segurança também está no serviço médico.

 
O diretor do Departamento de Polícia Legislativa (Depol) da Câmara, Valério Silva, disse que, no momento da ocupação, os manifestantes eram cerca de 300, e apenas 70 de seus homens estavam à disposição para tentar impedir a entrada de policiais no Salão Verde. “O confronto corpo a corpo é perigoso. Tentamos segurar, mas estávamos em número inferior e não teve jeito. Então, resolvemos deixá-los entrar”, declarou.

Valério disse que já sabia da intenção dos policiais em entrar nas dependências da Câmara, mas que, diante do tumulto e da rapidez dos acontecimentos, não teve efetivo suficiente para impedir a manifestação.

Reforço da PM

Chacon disse que a Polícia Militar do Distrito Federal vai reforçar a segurança externa da Câmara amanhã, no segundo dia do prometido esforço concentrado dos deputados – justamente para votar propostas como a PEC 300, que cria piso salarial dos policiais e bombeiros.

O diretor da Secom afirmou que não haverá expulsão dos manifestantes que prometem acampar no salão verde, mas apenas uma tentativa de enfraquecer o movimento evitando que mais pessoas entrem na Câmara. “Aqui dentro, eles estão se comportando civilizadamente.”

O presidente da Câmara, Michel Temer, foi avisado do tumulto pelo diretor geral, Sérgio Sampaio. “Ele demonstrou preocupação em não haver nenhum tipo de violência”, narrou Chacon. Temer chegou na noite de hoje em Brasília, mas ficou em sua casa porque não havia acordo para as votações.

Fonte das matérias: Congresso em foco

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Mídia Nacional

Enquanto isso a grande mídia nacional omite o que ocorreu na Câmara dos Deputados e se recusa a exibir reportagens sobre o descaso que se tornou a segurança público neste país. Parece coisa combinada. Nada em nenhum veículo de comunicação nem em sites.

Depois dizem que a imprensa no Brasil é independente...

Fonte:http://www.pec300.com/

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

PEC 300: ASSUMÇÃO DENUNCIA TEMER E VACCAREZZA

Sabendo que o esforço concentrado da Câmara aconteceu somente para se votar as medidas provisórias que fariam o caixa dois da "cumpanheirada" os policiais, bombeiros e agentes penitenciários invadiram o Salão Verde da Câmara apoiados pelo Capitão Assumção. O parlamentar, em entrevista à TV Câmara acusou publicamente os facínoras Michel Temer e Cândido Vaccarezza por não quererem votar a PEC 300 e a PEC 308.Essa entrevista seria ao vivo mas a TV Câmara recebeu ordens para não fazer em tempo real, só o fazendo depois de editado, publicando-se o mínimo possível para que não se atingisse os dois sem-vergonhas. Depois de a diretoria da TV Câmara ser acuada pelo Capitão Assumção, o parlamentar teve acesso à entrevista. Vejam a covardia de Temer e Vaccarezza.
Fonte:http://cabofernandodareserva.blogspot.com

MAJOR FÁBIO RELATA EXPECTATIVA EM RELAÇÃO A PEC 300

Mais uma vez o deputado federal Major Fábio (DEM) discursou em defesa da votação do segundo turno da PEC 300. “Chegou a hora de esta Casa votar a PEC 300 e de revolucionarmos a segurança pública do nosso País. Os policiais militares e os bombeiros militares aguardam, nos seus lares, essa decisão.”

O parlamentar relatou a expectativa dos policiais, bombeiros e suas famílias com relação à aprovação do piso salarial. “Comprovamos isso, pois estamos caminhando pelo sertão da Paraíba e vimos que, em Catolé do Rocha, Conceição, Itaporanga, Cajazeiras e Patos, eles estão nos acompanhando, pois sabem que este é o momento da grande revolução na segurança pública do Brasil.”

Ainda no seu discurso, o Major Fábio demonstrou sua preocupação com a insegurança que impera no Nordeste, em especial, na Paraíba.

-Lá na Paraíba, apenas no primeiro semestre deste ano, houve mais de 44 assaltos a agências bancárias. Os bandidos estão mandando no Nordeste e no Brasil. E esses heróis, os policiais militares e civis e os bombeiros militares, estão passando necessidade, porque ganham pouco e não têm dinheiro para comprar uma casa, um automóvel ou para pagar um plano de saúde.
Fonte: Cabo Heronides

PEC 300 e PEC 308: quem são os seus algozes?



O Deputado Cândido Vaccarezza, líder do governo Lula e o Presidente da Câmara dos Deputados, Michel temer não querem a votação em segundo turno da PEC 300 e muito menos a votação em primeiro turno da PEC 308. lula manda e esses dois subservientes obedecem. E quem padece somos nós, trabalhadores da segurança pública.

Por conta disso, os bombeiros, policiais e agentes penitenciários invadiram ontem à noite o salão verde da Câmara, passando a noite naquele local, com fome e sede, não sendo permitido a eles nenhum tipo de aquisição de alimentos. Existem famílias presentes naquele local, inclusive crianças.

Esse é o respeito que estão dando a quem defende a sociedade brasileira. Dois covardões, Vaccarezza e Michel Temer, estão matando de fome os trabalhadores da segurança pública.

Convocaram os deputados para esse esforço concentrado e usaram a PEC 300 e a 308 como isca. nenhum parlamentar veio a Brasília para votar uma Medida Provisória que fornece caixa dois para a campanha da "cumpanheirada". é um golpe.

Candido Vaccarezza e Michel Temer: os covardões da República Contemporânea. Quem não é a favor dos policiais, é a favor do crime organizado.

A união é a nossa força.
Postado por Capitão Assumção Deputado

SECRETÁRIO E INTEGRANTES DA ACS/PMRN SE REÚNEM




A diretoria da Associação de Cabos e Soldados (ACS) da Polícia Militar se reuniu com o secretário de Segurança do Estado, Cristóvam Praxedes, para conversar sobre a falta de pagamento dos policiais recém-formados. A reunião aconteceu na manhã de ontem, 17, na sede da secretaria.

De acordo com o vice-presidente da Associação, Roberto Cleiton, o secretário achou justa a reivindicação. Cristóvam Praxedes prometeu agendar uma reunião entre a diretoria da Associação e o comandante da Polícia Militar para esta semana.

Os policiais recém-formados não recebem a bolsa-auxílio desde fevereiro, quando começaram o curso. No total, são 237 policiais que não receberam a bolsa e o auxílio-transporte durante o curso. Além disso, alguns PMs não estão recebendo também o salário de R$ 1.812.

Roberto Cleiton afirma que a diretoria da Associação espera um resultado positivo das reuniões com as autoridades responsáveis. Enquanto acontecem as negociações, os PMs recém-formados continuam trabalhando normalmente.
Polícia Civil

O Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol) reclama da falta de avanço nas negociações dos pontos reivindicados pelos policiais. De acordo com o vice-presidente do Sinpol, Djair Oliveira, não foi apresentado nenhum avanço nas discussões ou perspectiva de cumprimento do acordo assinado pelo Governo.

FONTE: 
Tribuna do Norte

Soldados da Polícia Militar estão há seis meses sem receber

Uma turma de 425 soldados da Polícia Militar está há seis meses sem receber salário. Os novos policiais fazem parte da turma formada em junho, mas, desde o início do curso de preparação em fevereiro não recebem nada. O Governo do Estado alega entraves burocráticos, enquanto os soldados reclamam da morosidade.

A Associação de Cabos e Soldados do Rio Grande do Norte que desde o quarto mês do curso de formação cobra o pagamento da bolsa no valor de R$ 510 mais 147 do auxílio transporte. 

“Tivemos com o comando da PM e alegava que estava sendo encaminhado para secretaria de administração. No quinto mês, procuramos novamente e disseram que todo processo tinha sido encaminhado para secretaria de administração. Tentamos contato com a secretaria e não tivemos êxito”, disse o cabo Jeoás.

Ele explica que mesmo depois da formação, com os soldados já trabalhado nas ruas, não foi pago nem bolsa nem salário, somando seis meses sem dinheiro. “Consideramos isso um absurdo. Com a tecnologia e pessoal que o Estado tem esses processos poderiam ser mais rápidos”. 

A reportagem do portal Nominuto.com entrou em contato com o secretário estadual de Administração e Recurso Humanos, Paulo César de Medeiros. Ele explicou que os processos só chegaram cinco meses depois do início do curso, quando a folha de pagamento já estava fechada.

“Nós temos uma programação de trabalho e quando esses processos chegam quatro ou cinco meses depois, quando a folha está encerrada, não podemos fazer mais nada. Se tudo estivesse pronto antes de fecharmos julho, com certeza teriam recebido”, afirmou Paulo César de Medeiros.

Apesar de confirmar o não pagamento, o secretário disse que os soldados receberão seus salários no final de agosto. “Vamos incluir na folha e eles vão receber tanto o salário deste mês, quanto os atrasados”, garantiu.

Enquanto isso, os policiais reclamam do desestímulo. “Isso é um problema social. Quando ele deixa de pagar o salário dos policiais recém formados, estão desestimulando soldados que acabaram de sair da academia com a visão de prestar um bom serviço à sociedade. Não tem ser humano nenhum que possa prestar serviço tranquilamente quando deixou sua família passando necessidade”, comentou cabo Jeoás.

O presidente da Associação de Cabos e Soldados do Rio Grande do Norte lembrou que uma turma de 480 policiais está há um mês sendo formada. “Alertamos para que não se cometa a mesma irresponsabilidade”. Jeoás informou que a Associação está convocando os soldados para comparecer para que seja feita uma ação de danos morais e materiais contra o Estado.


Fonte: Nominuto.com

Medida foi tomada por questões de segurança, diz assessoria. Salão verde da Casa foi invadido por manifestantes na noite de terça (17)

Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília
Policiais continuam manifestação iniciada ontem nas dependências da Câmara pedindo a aprovação da PEC 308/04 
Policiais continuam manifestação iniciada ontem
nas dependências da Câmara pedindo a aprovação
da PEC 308/04 (Foto: Antonio Cruz/ABr)
A Câmara dos Deputados não terá mais sessão para a votação de projetos até as eleições. A medida foi tomada depois da invasão do salão verde da Casa, que aconteceu na terça-feira (17).
Os manifestantes continuam no local e a sessão da tarde desta quarta-feira (18) foi cancelada. Com isso, o “esforço concentrado” prometido pela Casa fracassou novamente. Desde julho, quando entrou em recesso, o plenário da Casa não aprovou nenhum projeto.
A assessoria do presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), atribuiu o cancelamento a questões de segurança. Segundo a assessoria, durante a invasão, servidores da Casa teriam sido agredidos pelos manifestantes e não haveria segurança para realizar a sessão no plenário. Contribuiu também para o cancelamento a falta de acordo entre os líderes sobre a pauta.
A manifestação na Câmara é realizada por policiais, bombeiros e agentes penitenciários. Eles cobram a votação de projetos de interesse de suas categorias. A primeira proposta cria um piso salarial nacional para policiais e bombeiros. A proposta já foi aprovada em primeiro turno, mas por alterar a Constituição tem de passar por nova votação antes de seguir para o Senado Federal.
- Sgt Wellington - Colaborador

ÚLTIMAS NOTÍCIAS SOBRE A PEC 300

O clima está quente na Câmara dosDeputados. Ontem, 17/08/2010, policiais e agentes penitenciários, inconformados com o término do esforço concentrado dos deputadossem a votação das PECs 300 e 308, entraram em conflito com seguranças da Casa. Houve muito empurra-empurra; policiais e seguranças trocaram gritos e se agarraram. Depois de muito tumulto, a segurança permitiu a passagem dos manifestantes. Como as PECs não foram votadas, policiais e agentes penitenciários passaram a madrugada desta quarta-feira acampados no Salão Verde da Câmara. Os manifestantes esperam a chegada do presidente do Plenário, Michel Temer (PMDB-SP), para pressionarem pela votação das duas PECs. A prioridade do governo é votar as três MPs, mas a oposição aceita votar apenas as PECs. A sessão plenária da Câmara está marcada para as 14h desta quarta-feira. A aprovação de qualquer PEC, entretanto, depende da presença dos parlamentares em plenário. Para aprová-las, são necessários 308 dos 513 votos, mas a falta de quórum deve inviabilizar qualquer acordo de votações. Até as 10h55 de hoje, apenas 219 deputados registraram presença na Câmara. Saiba mais notícias sobre a PEC 300 nos links abaixo.
Fonte:http://www.universopolicial.com

TERÇA-FEIRA SEM PECs E SEM MPs - G1/GLOBO.COM

Sem acordo e votações na Câmara, MPs podem perder validade

Baixa presença e impasse marcam segundo 'esforço concentrado'.

Presidente convoca nova sessão, mas líderes já admitem fracasso.

Eduardo Bresciani

Do G1, em Brasília

"Sem acordo e com baixa presença de parlamentares, a Câmara dos Deputados não realizou votações mais uma vez nesta terça-feira (17) apesar do regime de “esforço concentrado” prometido pela Casa. Uma nova sessão foi convocada para esta quarta-feira (18), mas líderes já admitem que nada deverá ser votado. Com isso, três medidas provisórias podem perder a validade por falta de votação

O regime de “esforço concentrado” não foi suficiente para lotar a Câmara. Somente 319 parlamentares compareceram ao plenário nesta tarde. O número é superior ao quórum mínimo para iniciar as votações, 257 parlamentares, mas como a oposição está em obstrução, não foi possível avançar na pauta.
 
Durante esta terça-feira (17) por duas vezes os líderes se reuniram, mas não houve nenhum avanço. A oposição, segundo o líder do PSDB, João Almeida (BA), até aceitaria votar uma das medidas provisórias, a que deu R$ 80 bilhões ao BNDES, mas queria em troca a votação de duas Propostas de Emendas Constitucionais – uma que cria um piso salarial para policiais e bombeiros e outra que transforma em polícia penal os agentes penitenciários.
 
O governo, no entanto, insistiu na votação das três MPs que correm risco e o impasse não foi superado. “A realidade é que o governo é que não quer votar nada. Eles querem retomar o impossível, que seria votar as três Medidas Provisórias. A agenda legislativa de Lula acabou”, afirmou o tucano.
 
Uma nova sessão foi convocada para a tarde desta quarta-feira, mas os líderes governistas já admitem que não há chance de entendimento. “Ainda vai se tentar amanhã, mas eu acho que não consegue. O governo não abre mão das medidas provisórias e a oposição só quer as PECs. Então não tem acordo”, afirmou o líder do PDT, Dagoberto (MS).
 
Antes mesmo da última reunião de líderes, o comandante da bancada do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), já admitia o fracasso do esforço concentrado. Ele, inclusive, defende que o governo não se envolva mais no pedido de qualquer outra convocação no período eleitoral.
 
Se a Câmara não realizar votações até as eleições, três MPs perderão a validade. Além da que repassa recursos para o BNDES, há ainda duas relacionadas à Olimpíada de 2016, uma que trata do uso de verbas e outra sobre o organograma de organização dos Jogos.

 
O líder do governo disse não ver problemas. Ele afirma que além do decreto convalidando ações já feitas, é possível fazer novas MPs tratando dos temas das que perdem a validade, ainda que não se possa manter o mesmo texto.
 
'Fracasso'

No esforço concentrado da Câmara, nem o próprio presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), compareceu nesta terça. Ele participou pela manhã de um debate de candidatos a vice-presidente da República em São Paulo e quando chegou a Brasília no final da tarde não foi à Câmara.
 
Este é o segundo “esforço concentrado” durante as eleições que caminha para o fracasso. No primeiro, realizado na primeira semana de agosto, nenhum projeto de lei foi votado em plenário."

Policiais invadem Salão Verde em protesto por votação de PECs

Os manifestantes ocuparam o Salão Verde após o adiamento das votações desta terça-feira.Insatisfeitos com a demora na votação da proposta de piso salarial para os policiais dos estados (PECs 300/08 e 446/09), representantes da categoria invadiram o Salão Verde da Câmara na noite desta terça-feira. Também participam do protesto agentes penitenciários que cobram a votação da PEC 308/04, sobre a criação da Polícia Penal. Os manifestantes prometem passar a noite em vigília na Câmara.

Integrantes da Polícia Legislativa afirmaram que houve tumulto no momento da invasão e que servidores da Casa foram agredidos. Os policiais negaram a violência e acusaram os servidores de usar armas de choque contra os invasores.

De acordo com o 1º vice-presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), dois servidores da Casa foram feridos durante a invasão. Ele disse não ter notícia de agressão a qualquer manifestante.

O presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis, Jânio Bosco Gandra, disse que a invasão foi causada pelo bloqueio feito pelos seguranças da Câmara para impedir o acesso ao plenário. Os policiais só podiam circular livremente no Anexo 2 da Câmara, onde ficam as salas das comissões.

“Como uma pessoa comum entra na Casa e o policial não pode entrar? Isso mexe com os brios de cada um e com a autoestima da categoria”, disse Gandra.

Marco Maia informou que os policiais legislativos foram orientados a acompanhar a vigília sem violência, respeitando o direito de manifestação e registrando quaisquer excessos cometidos. “O protesto será tratado com a maior tranquilidade possível, para evitar a violência, mas o patrimônio da Casa também deve ser preservado”, disse.

O piso dos policiais e bombeiros dos estados foi aprovado em primeiro turno em julho deste ano. A votação em segundo turno pode acontecer nesta quarta-feira (18), se houver quórum e acordo entre as lideranças. Quanto à criação da Polícia Penal, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) deve apresentar um texto de consenso aos parlamentares para que o tema seja incluído em pauta.

Íntegra da proposta:

PEC-308/2004

PEC-300/2008

PEC-446/2009

Reportagem – Carol Siqueira

Edição – João Pitella Junior
 
Fonte:http://janildoarante.blogspot.com/2010/08/policiais-invadem-salao-verde-em.html

terça-feira, 17 de agosto de 2010

PEC 300 NA PAUTA PARA VOTAÇÃO HOJE (17)

Câmara dos Deputados - Plenário

Ordem do Dia no plenário - 17/8/2010

PLEN

PAUTA DE SESSÃO EXTRAORDINÁRIA EM 17/8/2010 às 19h30 - C O N F I R M A D A

53ª Legislatura - 4ª Sessão Legislativa Ordinária

Urgência Art. 62, § 6º da CF


 
Discussão em 2º Turno

4 - PEC 446/2009 - do Senado Federal - Renan Calheiros - (PEC 41/2008) -

que "institui o piso salarial para os servidores policiais".

(Apensados: PEC 340/2009 (Apensados: PEC 356/2009, PEC 414/2009 e PEC

425/2009) e PEC 300/2008) Explicação: Altera a Constituição Federal de

1988.

ACOMPANHE TUDO AO VIVO - http://www.camara.gov.br/internet/tvcamara/default.asp?lnk=ASSITA-A-TV-CAMARA-PELA-INTERNET&selecao=VIVO

- Sgt Wellington - Colaborador

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Confirmado para setembro pagamento da Bolsa Formação R$ 443,00

A 1º Ten BM Denise Maria Bezerra de Figueiredo, Representante Institucional do Programa Bolsa Formação, enviou a Parte nº 200/2010-CSFA/DAG, Parnamirim/RN, de 05 de agosto do corrente ano, ao Ajudante Geral do CBMRN, em que encaminha o texto de caráter informativo e solicita autorização para que seja publicado em Boletim Geral da Corporação.



O texto citado pela 1º Ten BM tem o seguinte teor:



“COMUNICADO”

Senhores requerentes do Projeto Bolsa Formação,
 
Conforme nota informativa enviada por e_mail, pelo Senhor ROCHELL AMARAL DA SLVA, Gestor Federal do Projeto Bolsa-Formação/Ministério da Justiça/SENASP, a concessão da Bolsa Formação com valor trazido pelo Decreto nº 7.081/2010, para R$ 443,00 (quatrocentos e quarenta e três reais), ocorrerá a partir do mês de setembro de 2010.

 
Fonte: BGCB 147-2010/ABM-RN

Deputado sofre acidente em Colatina (ES). Bateu de frente com Ford Ranger

"Nasci de novo", disse o deputado federal capitão Assumção (PSB), que dormia na hora do acidente. Ele saiu cedo de Ecoporanga, onde reside, e ia para Vitória.

O acidente foi numa curva. O Ford Ranger invadiu a contra mão e pegou o gol do deputado de frente. Seu motorista ainda tentou sair da pista mas a Rodovia do Café não tem acostamento.

Os quatro homens dos dois carros se feriram levemente. Em pior estado ficou o motorista do capitão, Carlos Eduardo Caldeira.

No ranger iam dois homens ( para Mantenopólis) que se feriram menos. O acidente foi no Córrego do Argeu, próximo a Colatina, hoje às 7h49.

"Sai de casa muito cedo, por volta das 5 hs ra manhã, eu estava deitado, com o banco reclinado. Se meu motorista não tivesse tido a habilidade de desviar do Ranger a essa hora estariamos mortos", disse Assumção.

Ele afirmou ainda que não vai interromper a campanha política que está fazendo. Assumção concorre a reeleição.
Nota: Capitão Assumção

sábado, 14 de agosto de 2010

Polícia Comunitária

Major Fábio revela que Câmara vota segundo turno da PEC 300 na próxima terça; Temer ainda aguarda quórum mínimo para a apreciação

 O deputado federal Major Fábio (DEM) falou sobre a tramitação da PEC 300, após cerimônia que o concedeu o título de cidadão paraibano, nesta sexta-feira (13), na Assembléia Legislativa da Paraíba. Em entrevista ao PB Agora, o parlamentar revelou com exclusividade a data da votação da matéria na Câmara Federal: próxima terça-feira (17). “Depois disso iremos pressionar o Senado a votar já no início do próximo mês”, declarou. Confiante no resultado do esforço conjunto de sua categoria, Major Fábio acredita que a aprovação da PEC 300 no Congresso Nacional também pressionará o presidente Lula a sancionar o projeto já esse ano. Como solução para o impasse da não disponibilidade de recursos para pagamento da readequação salarial (argumento dos governadores para barrar a matéria), Major Fábio declarou que precisa apenas que cigarros e bebidas alcoólicas tenham seus tributos aumentados. “Basta acrescer somente 1% em cada um desses grupos de produtos para que achemos dinheiro suficiente para cumprir a Lei”, explicou. O presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP) o compromisso público com os deputados federais de votar a PEC 300 durante o esforço concentrado desta semana. Temer aguarda o quórum mínimo de 308 parlamentares para votar a PEC.

Fonte:http://cercoebloqueiopm.blogspot.com

No Alto Oeste Potiguar A “Lei do silêncio” dificulta trabalho investigativo da Polícia em casos Assassinatos , Furtos e Roubos na Região.


A Polícia de toda área que correspondem as 4ª, 7ª e 8ª delegacias Regionais de Policia civil, continuam sem pistas de alguns assassinatos, roubos e furtos registrados nos municípios da área da 8ª DRPC, em Alexandria/RN, da 7ª DRPC em Patu/RN e 4ª DRPC, Pau dos Ferros/RN, mesmo com o bom trabalho exercido pelas policias civil e militar, Um dos maiores obstáculos enfrentado é a “lei do silêncio”, malévolos cometem os crimes e as poucas testemunhas que presenciam os delitos e podem saber algo sobre os crimes prefere manter a boca fechada, até mesmo as próprias vítimas não procuram a Polícia e quando faz se omite em repassar informações importantes, até a própria identificação do autor dos delitos.

É preciso que a população se conscientiza ajude a polícia a coibir a criminalidade passando informações concretas para as Delegacias mais próxima ou pelo 190 de sua área, em alguns causos não precisa se identificar.
Lembre-se Segurança Pública é direito e RESPONSABILIDADE DE TODOS.
Fonte:http://nossoparanarn.blogspot.com

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Aumento Salarial na PMGO

A Polícia Militar de Goiás, PMGO, é mais uma dentre as instituições policiais militares brasileiras que estão perseguindo, com algum êxito, a dignidade salarial para seus profissionais. Clique no banner acima para ver a nova tabela salarial, que consta na Lei Estadual nº 17.091, de 02 de julho de 2010. Por lá, eles quase estão chegando aos patamares hoje reivindicados na PEC 300

Fonte:http://abordagempolicial.com/2010/08/aumento-salarial-na-pmgo/#more-5512

Grupo de Extermínio no RN

                                       Márcio Valério recebe arma do policial Marinaldo

Criminosos foram monitorados vários meses pela Polícia Civil, que pôde disponibilizar as imagens a partir da prisão do comerciante Eronildes Cândido.

O avanço das investigações de um dos principais grupos de extermínio do Rio Grande do Norte levou a polícia a divulgar a facilidade com que os integrantes do bando circulavam entre os policiais militares, que também são acusados de execuções e tráfico de armas. Os criminosos foram monitorados vários meses pela Polícia Civil, que pôde disponibilizar as imagens a partir da prisão do comerciante Eronildes Cândido de Oliveira.

 
Ele é apontado como o mandante de pelo menos três execuções e de ter contratado os serviços do grupo de extermínio. De acordo com as investigações, a quadrilha é composta pelos policiais militares Sandro Richele de Araújo e Marcos Valério de Medeiros Dantas, além de Wesley Breno de Araújo, Márcio Valério (irmão do PM Marcos) e Everaldo Matias.



Nas imagens gravadas durante as investigações, Wesley e principalmente Márcio Valério são vistos andando em viaturas da Polícia Militar e até mesmo recebendo armas dentro do pelotão da PM em São Paulo do Potengi, onde o grupo de extermínio se articulava.


Em um dos vídeos, os policiais chegam a ir até a casa de Márcio Valério, na Zona Norte de Natal, pegá-lo na viatura de NNR-1786, do 4º CIPM, de São Paulo do Potengi. Os criminosos são acusados de trabalhar com crimes de pistolagem.


As investigações da Polícia Civil indicam que o grupo de extermínio recebeu dinheiro do comerciante Eronildes Cândido para matar assaltantes. No vídeo gravado no dia 20 de abril, por volta das 11h30, Márcio Valério de Medeiros Dantas e Wesley Breno de Araújo estão nas dependências da sede do Pelotão da PM de São Paulo do Potengi conversando com policiais militares.

Ao analisar essas imagens com outras informações do inquérito, a polícia confirmou que tal encontro serviu para planejar a tentativa de homicídio de Valdenício Cabral Cardoso, o “Nilsinho”, que escapou do atentado ocorrido às 5h30 do dia 13 de maio, em São Paulo do Potengi.

Outro vídeo que demonstra a ligação de policiais com criminosos flagrou o PM Marinaldo Gomes de Oliveira, preso na ação contra o tráfico de arma, entregando uma espingarda calibre 12 a Márcio Valério. O tráfico de armas, inclusive, era uma das ações que também sustentava o grupo de extermínio.

Segundo apurou a reportagem do portal Nominuto.com, eles usavam armas de vários calibres para cometer as execuções e depois vendiam as armas. Essa prática dificultava o trabalho da polícia, que sem armas não tinha condições de realizar exames de comparação balística nos homicídios.

 
De posse dos vídeos e dos depoimentos colhidos ao longo das investigações, a Polícia Civil conseguiu que a justiça decretasse a prisão preventiva de todos os envolvidos no grupo de extermínio e até mesmo do comerciante Eronildes, que teria encomendado mortes.

Fonte:nominuto.com

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O que é promulgada?

Promulgação é o acto do Presidente da República que confirma a existência de lei, atesta que ela proveio do órgão competente, seguindo o regular processo legislativo. A falta de promulgação implica a sua inexistência jurídica. O Presidente da República pode recusar a promulgação através do(veto), opondo-se às leis votadas pela Assembleia da República.

No Brasil, promulgação é o ato privativo do Congresso Nacional que atesta, oficialmente, a existência de uma lei, com a ordem de seu cumprimento. Não confundir com sanção, que é o ato do Poder Executivo pelo qual um projeto aprovado pelo Poder Legislativo é transformado em lei.

Proposta de Emenda à Constituição (PEC)

O que é?

Proposta de Emenda à Constituição (PEC) é uma atualização, um emendo à Constituição Federal. É uma das propostas que exige mais tempo para preparo, elaboração e votação, uma vez que modificará a Constituição Federal. Em função disso, requer quórum quase máximo e dois turnos de votação em cada uma das Casas legislativas, Câmara dos Deputados e Senado Federal.

Qual o caminho de uma PEC?

NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

1) CCJ da Câmara

Quando uma PEC chega ou é criada na Câmara dos Deputados, ela deve ser enviada, antes de tudo, para a Comissão de Constituição e Justiça e de Redação (CCJ). É nesse ponto que começa seu caminho pela Câmara, a chamada tramitação, rumo à aprovação.

A CCJ dirá apenas em, no máximo, cinco sessões se a proposta pode ou não ser aceita. Se aceita, dizemos que sua admissibilidade foi aprovada e passa-se para, então, para a Comissão Especial.

Se não preencher os requisitos exigidos pela Constituição, a comissão decidiu pela sua inadmissibilidade. Quando isso ocorre, a carreira da PEC na Câmara acabou. Ela irá para o arquivo. Nesse caso, diz-se que a decisão da CCJ tem caráter terminativo, é uma proposta inconstitucional que não irá a Plenário.

 
A PEC em questão, por sua vez, deixa de ser examinada, a não ser em um único caso, quando o autor da proposta pede sua apreciação preliminar pelo Plenário. Nesse caso, ele precisará do apoio de um terço do total dos deputados que vão decidir apenas se a proposta pode ou não ser admitida.

Para dar o parecer da CCJ, isto é, para dizer se a proposta é constitucional ou não, nomeia-se um relator. Ele decidirá pela admissibilidade integral, admissibilidade com emendas ou pela inadmissibilidade. As emendas só serão aceitas se visarem apenas corrigir erros da proposta que impedem a admissibilidade. Dizemos então, que a emenda tem caráter saneador.

O relator lerá seu texto, em uma sessão da CCJ, iniciando-se logo em seguida a discussão. Os deputados podem querer mais tempo para examinar a proposta. Pedirão, para isso, concessão de vista, que será concedida pelo prazo de duas sessões. Se o plenário achar que a discussão já foi suficiente, poderá decidir pelo encerramento dela se pelo menos dez deputados já tiverem falado.

Se as sugestões forem pertinentes, o relator pode fazer alterações na proposta original e fazer as mudanças sugeridas. O parecer do relator poderá ser rejeitado, aprovado apenas em parte ou aprovado na íntegra.

Se rejeitado, o presidente da comissão nomeia outro relator, que será encarregado de redigir o texto sobre a posição majoritária da comissão.

Se for aprovado apenas em parte, por meio da aprovação de destaque, isso significa que alguma emenda foi rejeitada ou que uma parte da proposta original foi suprimida porque continha erros.

 
Se for aprovado na íntegra, será considerado o parecer oficial da comissão. Encerra-se, assim, a tramitação da proposta na CCJ.

2) Comissão Especial:

Aprovada na CCJ, o presidente da Câmara cria uma Comissão Especial para o chamado exame de mérito, ou seja, a análise de seu conteúdo, que tem prazo de 40 sessões ordinárias para analisar o texto. A Comissão Especial tem um presidente e três vice-presidentes, eleitos por seus pares. Entre as atribuições de uma Comissão Especial está a de analisar uma proposta de emenda à Constituição.

Nas dez primeiras sessões, os deputados têm a oportunidade de apresentar emendas ao projeto do governo apenas se tiverem apoio de pelo menos um terço da composição da Câmara (171 deputados) por emenda apresentada.

O parecer da Comissão Especial será apenas uma sugestão, uma indicação para orientar a decisão do Plenário da Câmara. Por isso, a aprovação do parecer do relator na Comissão Especial não exige o chamado quórum qualificado de três quintos obrigatórios para a votação, no Plenário, de qualquer emenda à Constituição.

Na Comissão Especial, bastará que a proposta tenha a aprovação da maioria dos votos dos presentes. Mas atenção: para ser votado o parecer da Comissão Especial, será exigida a presença da maioria dos integrantes da comissão.

O relator faz, então, um parecer, que pode ser de aprovação total, rejeição total ou parcial, emendas pontuais e substitutivo. Se aceito, diz-se que a admissibilidade foi aprovada e, então, nomeia-se um relator.

3) Plenário da Câmara

Aprovada na comissão, a PEC está pronta para votação em plenário. Entretanto, há algumas regras a serem seguidas. É necessária a aprovação em dois turnos, com espaço de pelo menos cinco sessões entre um turno e outro. Esse prazo é chamado de interstício.

Para ser aprovada, a proposta deverá obter os votos de três quintos, no mínimo, do número total de deputados da Câmara em cada turno da votação. Ou seja, aprovação de 308 dos 513 deputados. A esse quórum que aprovar emendas à Constituição, dá-se o nome de quórum qualificado.

Após a aprovação da proposta em segundo turno, ela deverá também voltar à Comissão Especial para a redação final do que foi aprovado. Se for o caso, poderão ser propostas emendas de redação.

A votação da redação final pelo Plenário deverá ocorrer após o prazo de duas sessões, contado a partir de sua publicação ou distribuição em avulsos.

NO SENADO FEDERAL

4) CCJ do Senado

O Presidente da Câmara mandará a proposta aprovada para o Senado onde tramitará segundo as regras de seu Regimento Interno que é diferente do da Câmara. No Senado, a proposta irá apenas para a Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ), que dará parecer sobre todos os seus aspectos. O Regimento do Senado não distingue admissibilidade e mérito. A comissão tem prazo de 30 dias para dar o parecer.

Para propor emendas, a Comissão deve ter a assinatura de pelo menos um terço do Senado.

5) Plenário do Senado

Aprovada na CCJ, a proposta segue diretamente para o plenário, que abre prazo de cinco sessões para discussão. A aprovação também se dá em dois turnos, com votação favorável mínima de 60% dos senadores em cada um dos turnos. São necessário, ma legislatura atual, aprovação de 49 dos 81 senadores. O intervalo entre as votações é de no mínimo cinco dias.

Durante a discussão em segundo turno apenas emendas que não alterem o mérito da proposta poderão ser apresentadas. Outras emendas poderão ser apresentadas durante a discussão da proposta no Plenário em primeiro turno. Essas emendas deverão ser assinadas pelo menos por um terço dos senadores.

O Senado poderá rejeitar a proposta, propor alterações ou aprová-la integralmente:

Rejeitar a proposta - a PEC é mandada para o arquivo e não poderá mais ser apresentada na mesma Legislatura. Dizemos que está com impedimento constitucional.

Propor alterações - a matéria retornará à Comissão Especial da Câmara para a apreciação das alterações. Volta-se, então, praticamente ao mesmo ponto de partida da tramitação, já que as emendas deverão seguir o mesmo procedimento da proposta original.

Aprová-la integralmente - a Câmara será comunicada e deverá ser convocada sessão do Congresso para a promulgação.

6) Promulgação

 
Caso a PEC que saiu da Câmara não tenha sido alterada pelo Senado, o texto é promulgado em sessão no Congresso pelo Presidente da República e entra, então, em vigor.

Fonte:http://noticias.terra.com.br

Carreata da SGT Regina em Caicó

Hoje ás 16h ao lado do Estádio Marizão em Caicó sairá uma carreata da SGT Regina candidata a deputada estadual, convidamos todos policias, familiares, amigos e sociedade em geral para partiparem.

PEC 300: pressão pela inversão de pauta

O momento de aprovar a PEC 300 chegou! Conclamo aos companheiros Policiais e bombeiros de todo o país para que venham à Câmara dos Deputados na próxima semana, a partir da terça-feira (dia 17 de agosto), data em que será realizado o esforço concentrado (período antes das eleições no qual parlamentares votam matérias).

Somente com essa pressão legítima e democrática dos trabalhadores da Segurança Pública é que teremos a votação dessa proposta de emenda constitucional que fará justiça aos verdadeiros heróis do Brasil.

Contudo, os irmãos bombeiros e policiais precisam ser alertados em relação à manobra do líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP). Ele sabe que a PEC 300 mobilizou o país de forma inédita e conquistou o Parlamento e a sociedade.

Porém, como se trata de um político insensível à Segurança Pública, Vaccarezza está aproveitando a PEC 300 como uma verdadeira “isca” para atrair deputados a Brasília em pleno período de campanha.

Podem ter a certeza de que se não fosse pela PEC 300, uma matéria que o eleitor brasileiro está cobrando diariamente dos políticos e quer ver aprovada, dificilmente os parlamentares deixariam suas campanhas políticas para se deslocarem ao Congresso Nacional.

Vaccarezza quer votar três medidas provisórias (MPs) antes da PEC 300. Isso é um verdadeiro absurdo, uma vez que a oposição não concorda com essas MPs e está dificultando as votações. A votação dessas medidas provisórias com obstrução da minoria vai levar dias...

Mas, se a PEC 300 for colocada antes das medidas provisórias já existe acordo de aprová-la rapidamente e mandá-la ao Senado, que votará a PEC 300 em apenas um dia. Ou seja, ainda há chance de vermos a PEC 300 promulgada antes das eleições e cobrarmos rapidamente do governo o projeto de lei que definirá o piso salarial e criará o fundo para subsidiar o pagamento do benefício.

Anotem aí: quem quiser votar as medidas provisórias antes da PEC 300 é porque não quer ver a PEC 300 aprovada. E essa é a manobra do líder do governo na Câmara. Repetindo: só teremos chance de aprovar a PEC 300 se ela entrar antes das medidas provisórias.

Para que todos tenham uma ideia da armação do líder do governo, vejam a complexidade das MPs que ele quer votar antes da PEC 300. A primeira é a 487/10, que capitaliza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ela perde seus efeitos no dia 5 de setembro.

A segunda é a MP 488/10, que prepara o país para a Copa do Mundo de 2014; e a terceira é a MP e 489/10, que prepara o país para as Olimpíadas de 2016. Essas MPs perdem a validade no dia 22 de setembro.
 
Só a nossa pressão total fará com que a Câmara dos Deputados vote primeiro a PEC 300. Juntos somos fortes.
 
Capitão Assumção

Corrupção policial é um dos principais problemas do país, afirma ministro da Justiça

Agência Estado -

Diante das denúncias de má conduta de policiais no Brasil, o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, afirmou nesta quarta-feira (11) que a corrupção policial é um dos principais problemas do país e uma das maiores preocupações de sua pasta.

"Se a polícia que tem o objetivo de combater o crime e proteger a população se corrompe, ela vai cometer também um crime, que é a corrupção”, disse Barreto. No mês passado, em apenas 15 dias, houve três denúncias de desvio de conduta de policiais militares no estado do Rio de Janeiro.

O ministro também lembrou o episódio de atropelamento de Rafael Mascarenhas, dentro do Túnel Zuzu Angel, no Rio, quando dois policiais militares teriam pedido propina para liberar o motorista que atropelou o rapaz. “Nesse caso do Rio de Janeiro, o atropelamento do filho da atriz Cissa Guimarães, a polícia teve uma conduta que parece ser corrupção e mostra o quão nefasta pode ser essa conduta”.

Para combater problemas como a corrupção nas corporações, o Ministério da Justiça criou o programa Bolsa Formação que está inserido no Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). O projeto é destinado à qualificação dos profissionais de segurança pública e Justiça Criminal. Segundo Barreto, 165 mil policiais recebem R$ 400 por mês do ministério para cursos de capacitação.

"A bolsa que o ministério paga é quase uma ajuda de custo para que ele possa pagar suas despesas de transporte e alimentação. Mas também é um incentivo, para que ele permaneça constantemente motivado e capacitado".
Fonte: Blog da Renata