quarta-feira, 9 de março de 2011

Polícia do RN prende quadrilha paraibana que explodia caixas eletrônicos



A Polícia Civil do RN apresentou durante entrevista coletiva nesta quarta-feira a identificação dos integrantes da quadrilha paraibana presa na madrugada da última segunda-feira em Natal acusados de explodirem caixas eletrônicos no Rio Grande do Norte e Paraíba.

Foram presos pela polícia: Gilberlan Wandick de Oliveira, 31anos; Jacilene da Silva, 22; Anderson Alves Louredo, 20; Alex Andrade Lira, 31; Wallyson Francisco Elói de Mendonça, 22; Ilton Andrade, 18; Ribamar Francisco da Silva, 24; Douglas da Rocha Lima, 27; e Alcineide Gonçalves da Silva, 32. Todos são naturais de Campina Grande-PB

De acordo com o delegado geral da Polícia Civil, Ronaldo Gomes o bando foi preso em uma casa alugada durante a madrugada da segunda-feira de carnaval. Junto com o grupo foram apreendidos: armas com munições; pouco mais de um quilo de maconha, quatro motos, dois carros e quatro extintores.

Ainda segundo o delegado, a quadrilha já havia sido investigada durante alguns meses sob acusação de participação em explosões de caixas eletrônicos. Os acusados responderão por formação de quadrilha, porte ilegal de arma, tráfico de drogas e associação ao tráfico.


Fonte: Dnonline

sábado, 5 de março de 2011

Promotor quer acabar com jogo do bicho no RN




O Ministério Público Estadual (MPE) do Rio Grande do Norte decidiu decretar "guerra" de uma vez por todas contra o jogo do bicho, atividade que é proibida na legislação brasileira, mas é realizada tranquilamente em todo o Estado. A intenção do promotor Wendell Beetoven Ribeiro Agra é que a Polícia Civil adote medidas rígidas em todo o Estado contra essa prática. Já houve algumas ações isoladas, em algumas cidades do RN. Em Jucurutu, por exemplo, o delegado da cidade é quem foi preso.
Wendel Beetoven, que é da Promotoria de Justiça de Investigação Criminal, em Natal, solicitou às polícias Civil e Militar que ajam com maior rigor no combate à atividade, que é considerada contravenção - não chega a ser um crime, mas não é permitido no Estado. Por meio da assessoria de imprensa, o promotor disse que sua decisão foi tomada porque a prática ilícita é cometida livremente em praticamente todo o estado. "Isso pode caracterizar possível ineficiência ou conivência do sistema estadual de segurança pública com a prática de tal infração no RN", destacou o promotor de justiça.
À Polícia Civil ele recomenda que todos os servidores sejam orientados a combater o jogo do bicho, tanto na capital quanto no interior. Para a capital, a recomendação é para que a Delegacia Especializada em Costumes, que é responsável pela investigação da contravenção, faça seu papel. No interior, o dever de investigar esse tipo de caso é das delegacias distritais. O promotor solicita que sejam feitas operações policiais para identificar os pontos de exploração do jogo do bicho e que todos os envolvidos sejam responsabilizados, incluindo aquelas pessoas que participam direta e indiretamente.
Para a Polícia Militar as recomendações são semelhantes. Orienta que todos os policiais militares do Estado sejam informados sobre a "obrigação" de coibir o jogo do bicho. O documento é direcionado para os comandantes de Destacamentos, Pelotões, Companhias e Batalhões do interior e também da capital, assim como oficiais que ficam responsáveis pelo policiamento ostensivo no dia a dia dessas cidades. O promotor lembra que o não-cumprimento da recomendação pode resultar em ação criminal por omissão ou até por corrupção, caso seja provado em uma investigação paralela.
Foi justamente isso que aconteceu com o delegado Pedro Melo do Nascimento, que já foi delegado em Mossoró e foi condenado recentemente a mais de 14 anos de prisão justamente por uma questão associada ao jogo do bicho, em Jucurutu. Em 2008, ele era delegado da cidade e recebeu uma recomendação semelhante a esta que foi emitida por Beetoven. Ao invés de investigar a prática na cidade, o delegado cobrou propina aos bicheiros para não coibir a prática na cidade. A investigação foi feita pelo próprio MPE e em junho de 2010 Pedro foi preso ao ameaçar uma das testemunhas.
Pedro Melo foi condenado a 14 anos e quatro meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, que é quando um servidor público aceita propina, e por concussão, que é quando o servidor cobra a propina. Ele ficou preso desde junho do ano passado, mas recorreu da decisão e ganhou o direito de aguardar o resultado em liberdade. Ele ainda continua nos quadros da Civil, onde foi investigado por outros dois casos de irregularidade por delegacias que já respondeu. O processo interno que pode resultar na sua expulsão ainda não foi concluído e o processo criminal está sob segredo de justiça.
*Jornal de fato

Polícia Militar de São Paulo testa "iPad mineiro"


O "iPad" mineiro em funcionamento:
primeiros testes serão feitos pela PM de SP

Tablet fabricado em Minas Gerais será usado para monitorar as ruas do Estado
A Polícia Militar de São Paulo começou a testar neste mês de março o primeiro tablet feito no Brasil, idealizado e produzido por uma fábrica em Betim, na Grande Belo Horizonte. Ao longo deste ano, a MXT Industrial encaminhará para São Paulo uma remessa total de 11 mil "iPads mineiros", chamados i-MXT. Neste mês, serão encaminhados mil.
O equipamento tem uma tela de 7 polegadas e terá uma configuração sob medida para atender os policiais, como aplicativos para consulta de placas de veículos e armas. O tablet nacional possui três portas usb, pesa 574 gramas e mede 19 cm X 12,8 cm, com espessura de 3,1 cm. É possível fazer videoconferências e utilizar o navegador integrado com rotas, por exemplo. O projeto de desenvolvimento teve início em 2009, custou R$ 4 milhões e durou aproximadamente um ano(...).
Subprefeito saberá de ocorrência em tempo real
Com o equipamento, a PM de São Paulo vai interligar os 1.900 quartéis existentes no Estado.”O objetivo é levar conhecimento. Poderemos recolher indicadores, controlar as atividades, saber o número de ocorrências atendidas por dia, enfim, proporcionar conhecimento em tempo real nas viaturas”, explica o tenente-coronel.
Na capital, por exemplo, já existe um convênio com a prefeitura para que, em apenas um clique, o subprefeito da região atingida por uma ocorrência tenha informação com agilidade e detalhamento, informa Deak Júnior(...).

PMs de Pernambuco pressionam por melhores salários:


Oficiais e praças policiais militares de Pernambuco estão insatisfeitos com o governo do Estado e iniciou diversas mobilizações, após o vencimento do prazo dar uma resposta às reivindicações referentes ao reajuste salarial da categoria. Há três meses, categoria e governo começaram negociação, mas deram um prazo de 90 dias para voltar à discussão. “A união de praças e oficiais mostra que toda a categoria está insatisfeita. E também revela que estamos ainda mais fortes”, avaliou o presidente da Associação de Cabos e Soldados, Renílson Bezerra. Na reunião realizada ontem, entre as entidades e o governo, o sentimento era de decepção entre a categoria, pois nenhuma proposta foi apresentada a tropa. Diante da falta de posicionamento do Governo do Estado, as entidades representativas decidiram não mais esperar por prazos. Em respeito à sociedade pernambucana, a maioria dos militares presentes apoiou a idéia de adiar o movimento para depois do carnaval. A expectativa é que no dia 28 de março haja uma nova reunião com representantes do Governo e que haja a apresentação de valores até o dia 10 de abril. Caso isso não aconteça, foi decidida a realização de uma nova Assembléia Geral antes da Semana Santa desta vez com a definição de um movimento paredista, como última instância de solução. As entidades desejam uma negociação concreta, com números na mesa. Afinal de contas, há um ano a tropa aguarda por uma resposta e nada foi feito.

quarta-feira, 2 de março de 2011

BRASIL - CORTE NO ORÇAMENTO AMEAÇA A SEGURANÇA PÚBLICA


Print do Blog Carreira Policial no DPF
FICHA INFORMATIVA
Reproduzido de: Blog Carreira Policial no DPF
Autor: Jornal Correio Braziliense
Publicação: 02/03/2011
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Um Estado com menos poder de fiscalização e de polícia. Essa é apenas uma parte dos efeitos mais práticos dos cortes de R$ 50 bilhões no Orçamento da União, cujo detalhamento pela equipe econômica do governo de Dilma Rousseff já desencadeou uma mobilização nos ministérios: os gestores ainda decidem onde cortar (veja quadro ao lado). Ao longo do ano, em razão da diminuição dos gastos com diárias e passagens, o governo federal vai perder capacidade de fiscalização dos crimes ambientais — principalmente em áreas mais isoladas, como a Amazônia — e de combate à corrupção, já que haverá um menor deslocamento de agentes da Polícia Federal.

Dentro dos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Justiça, os cortes primordiais serão os relacionados a viagens dos servidores. Técnicos das duas pastas ouvidos pelo Correio ressaltam a consequência dessa tesourada específica: a diminuição de operações da PF e de combate a crimes ambientais, empreendidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O corte no MMA será de R$ 398,1 milhões, o equivalente a 37% do orçamento inicialmente previsto para este ano. No Ministério da Justiça, pasta a qual a PF está subordinada, a tesourada é ainda mais expressiva: será R$ 1,52 bilhão a menos, ou 64% de todo o montante aprovado para 2011. Nos dois ministérios, a constatação é de que a diminuição das viagens prejudicará as operações de combate ao crime. Isso porque o deslocamento de agentes, principalmente na repressão a crimes ambientais, é necessário na maioria das operações desenvolvidas.

As tentativas de reforço de pessoal também serão em vão, pelo menos para este ano. As chances de os 200 novos analistas do MMA — selecionados por concurso no início deste ano — serem convocados são remotas. Já o concurso para 1.000 agentes da PF, antes previsto, não deve ocorrer.

Reflexos
No MMA, além dos cortes em passagens, diárias e contratações de concursados, a tesoura deve atingir servidores terceirizados, inclusive os que estão lotados em órgãos como o Ibama, o Instituto Chico Mendes (responsável pelas unidades de conservação federais) e a Agência Nacional de Águas (ANA). Há dois anos, quando o ministério precisou cortar gastos, foi necessário adiar a instalação de unidades do Instituto Chico Mendes e do Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Agora, comunidades tradicionais poderão sentir a escassez de convênios por parte do MMA.

Os cortes anunciados pelo governo Dilma podem reduzir as ações da PF, que muitas vezes utilizam grandes contigentes de agentes que se deslocam de outras regiões. “As nossas operações terão de ser redimensionadas”, afirma o vice-presidente do Sindicato dos Policiais Federais do Distrito Federal, Flávio Werneck. “A partir do momento em que os efetivos usados diminuem, existem reflexos.”

O temor dentro da PF é de que haja uma diminuição das operações especiais, que são aquelas que reúnem maior número de efetivo, originadas de apurações de longo prazo (veja ao lado algumas das operações desenvolvidas nos últimos anos). A avaliação é que as investigações em si não sofrerão abalos, já que muitas vezes dependem de poucos agentes. O problema será no momento em que a ação for desencadeada. “Todo o planejamento operacional terá de ser revisto”, observa Werneck, ressaltando que os problemas podem aparecer já a partir do segundo semestre deste ano.

Quando tomou posse, em 14 de janeiro, o diretor-geral da PF, Leandro Daiello Coimbra, disse que sua prioridade será dar continuidade às grandes operações. No Ministério da Justiça, o temor é que o Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci) seja afetado, atingindo também outros projetos, como de capacitação das polícias. O ministério informou que ainda não sabe quais áreas serão atingidas, mas ressaltou que não haverá paralisação das atividades de qualquer setor ou programas, que serão apenas “readequados”. “Vamos tentar fazer mais com aquilo que temos. Estamos buscando todos os mecanismos de gestão”, disse ontem o ministro José Eduardo Cardozo. Ele afirmou que o Pronasci, um dos carros-chefes de sua pasta, não sofrerá alterações. “O Pronasci continua intocável.”
Fonte: Toxina

SEGURANÇA PÚBLICA DO RN DISCUTE AÇÕES SOBRE A COPA DO MUNDO DE 2014


Autor desconhecido


Representantes de órgãos que compõem a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), como Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep), se reuniram na manhã desta quarta-feira, 2, no gabinete do secretário Aldair da Rocha, para tratar assuntos referentes às ações de segurança pública visando a Copa de 2014.

Esta planilha deverá conter informações como: realidade de atuação de cada órgão nos dias atuais, principais necessidades e vulnerabilidades desses órgãos, possíveis riscos de cada área relacionada à Copa e suas consequências, além das ações a serem feitas nas áreas de fronteiras, zonas turísticas, regiões hoteleiras, áreas de treinamentos, de traslados de autoridades, equipes esportivas e patrocinadores, aeroportos, portos e vias de acesso e nos locais de eventos que ocorrerão em paralelo aos jogos, dentre outros itens.

BOMBEIROS
O comandante geral do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte, coronel Elizeu Lisboa Dantas, apresentou a minuta dos seus onze principais projetos que, se executados como planejados pela instituição, tornará o RN uma referência nas ações de Bombeiros Militares no país.

O projeto orçado em cerca de R$ 35 mil reais foi apresentado pelo comandante geral do Corpo de Bombeiros ao secretário Aldair da Rocha. Para a execução da obra, será necessária a aquisição do terreno, que será pleiteado junto aos municípios da região metropolitana do Natal.
Fonte: Toxina

TJPB DECRETA ILEGAL GREVE DOS POLICIAIS MILITARES PARAIBANOS E ESTIPULA MULTA DE R$ 30 MIL/DIA


A greve da Polícia Militar e dos Bombeiros vai ser interrompida devido à liminar decretando sua ilegalidade, votada na tarde desta quarta-feira (2) no Pleno do Tribunal de Justiça. O presidente da Caixa Beneficente, coronel Maquir Cordeiro, garantiu que “decisão judicial é pra ser cumprida” e que os policiais irão retomar o trabalho.

Porém, ele informou que a decisão não foi bem recebida. “Queremos uma decisão pra motivar e estimular os companheiros. O policial não vai produzir o que ele é capaz de produzir porque um ato desse tira o entusiasmo do trabalho”, explicou.

De acordo com o coronel, além de voltar ao trabalho, os policiais também vão voltar à vigília em frente ao Palácio da Redenção. Quando perguntado se o comando de greve irá recorrer à decisão, o coronel não soube garantir. “Dependendo de mim, não, mas vamos resolver”, disse.

Segundo o ex-deputado Major Fabio, o posicionamento oficial das entidades será divulgada à toda imprensa em uma entrevista coletiva, às 18h.

Ilegalidade da Greve

A ilegalidade da greve foi decretada na tarde desta quarta-feira (2) pelo Pleno do Tribunal de Justiça respondendo ao pedido da Procuradoria Geral do Estado da Paraíba. A multa, caso os policiais continuem a trabalhar, é de R$ 30 mil diários para as associações envolvidas na greve.

A greve teve início na última segunda-feira (28) exigindo o cumprimento do pacote de leis conhecidos como “PEC 300 da Paraíba”.

O Estado, por sua vez, alega falta de condições financeiras para pagar o reajuste nos salários e não há previsão de acordo entre as entidades que representam a Segurança Pública e o governo do Estado.

A decisão de greve foi tomada em assembleia, seguida de uma passeata pelo Centro da Capital, que foi marcada por explosões de bombas e atos de vandalismo por parte dos grevistas, como rasgar pneus de viaturas e tentar invadir o 1º Batalhão da Polícia Militar.

Com apenas três dias de greve, os policiais já causaram transtornos como o atraso do clássico BotAuto pelo campeonato paraibano, no último dia 28. A partida começou com 47 minutos de atraso porque o comando de greve da Polícia Militar levou embora parte do efetivo que faria a segurança do jogo no estádio da Graça.

O governo já providenciou quem fará a segurança do Estado durante os dias de greve e uma equipe da Força Nacional pode chegar à Paraíba ainda nesta quarta-feira (2).

Varios policiais do 6º BPM estão colaborando no ensino aos alunos do Projeto Patrulheiro Mirim

Sd Jonathan(professor de reforço escolar) e 1º Ten Micael(professor de Noções de cidadania)



Ten Cel Cipriano visita o projeto

PEC 300 - Força Nacional embarca nesta quarta


A pedido do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, o ministro da Justiça. José Eduardo Cardozo, autorizou o envio de efetivo da Força nacional de Segurança Pública para policiar as ruas da Paraíba.

Há uma intenção de se manter o efetivo chamado "fogo amigo" até que a greve termine. Haja efetivo para suplantar os trabalhadores da segurança pública paraibana já que cerca de 15 mil profissionais encontram-se no movimento paredista.

Ironicamente, o efetivo empregado na Força Nacional é composto por policiais de diversos estados brasileiros que vivem idêntica situação salarial ou até mesmo pior que a dos policiais da Paraíba. Estão justamente nesse contingente por que vêem na FN uma alternativa de aumentarem temporariamente o seu "cash". Ou seja a FN virou bico legalizado. Coisa simples de resolver. Governo federal deixar o congresso aprovar a PEC 300

terça-feira, 1 de março de 2011

POLICIAIS CIVIS ENVIAM NOTA A IMPRENSA E AVISAM QUE NÃO VÃO ADERIR A GREVE DA PM


Em nota enviada a imprensa, a Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba – ASPOL/PB comunicou que a categoria não irá aderir ao movimento paredista deflagrado ontem pela Policia Militar, Bombeiros e Agentes Penitenciários. Segundo o presidente da Associação, Sandro Roberto Bezerra, a categoria irá desempenhar normalmente as funções durante todo o carnaval.

Leia o comunicado na íntegra:

A Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba – ASPOL/PB, vem por meio desta comunicar à população paraibana, à imprensa e a quem mais interessar possa, que os Policiais Civis das categorias de Agente de Investigação, Escrivão de Polícia e Motorista Policial, estarão desempenhando normalmente suas funções, efetuado todas as suas Atribuições Legais e não irão aderir a greve decretada pelos policiais militares na tarde de hoje. Temos que admitir que o canal com o governo está aberto. Vamos usar o bom senso e vamos dialogar para chegarmos a uma proposta que contemple nossas perdas salariais.

A entidade não participará do movimento. Os policiais civis entendem a difícil situação que passa o atual governo, pois sabemos que não foi essa gestão que criou essa situação.

A ASPOL/PB representa os Agentes de Investigação, os Escrivães de Polícia e os Motoristas Policiais. Não acreditamos também que os policiais do IPC irão parar. Também vemos que apenas uma parte dos delegados vai aderir ao movimento. É preciso que Governo e Policiais cheguem a uma solução que contemple o reajuste justo para cada categoria e que também respeite as Leis impostas ao Governo. A greve policial só deve ser tomada em última instância, quando se esgotarem todas as formas de negociação e não foi isso que aconteceu.

O governo mostrou que está querendo negociar, por isso não podemos tomar esse tipo de decisão agora, e entendendo que o Governo atual tem pouco menos de 2 meses de gestão e que o prazo solicitado pelo Governo para apresentação da Proposta é coerente a categoria policial civil considera que as negociações com o atual governo vêm se desenvolvendo, pelo que optou por conceder o prazo para que a equipe econômica possa estudar os números solicitados pelos policiais civis e apresentar nova proposta.

Participar desta paralisação somente iria prejudicar a população paraibana, que sofre com a onda de insegurança que vem se alastrando por todo o estado, e o compromisso dos policiais civis da Paraíba é acima de tudo com a segurança do povo paraibano, o qual ficaria em caso de adesão do movimento, completamente órfão dos serviços da instituição. Em respeito à população a Categoria PERMANECERÁ cumprindo as suas atividades.

Por fim, reiteramos que os policiais civis paraibanos demonstram mais uma vez a responsabilidade com suas atribuições e esperam que o governador RICARDO COUTINHO possa CUMPRIR a sua palavra, Aumentando a Remuneração Atual e repondo as perdas salariais dos policiais civis da Paraíba. João Pessoa, 12 de novembro de 2010. Sandro Roberto Bezerra Presidente

Editorial do Blog do Cabo Fernando: É por isso que sou a favor da "UNIFICAÇÃO", integração das policias é só falácias, as duas policiais fingem que se atoleram e a qualquer hora podem se estranhar. A nota da PC da Paraíba abona minhas palavras, além deles não participarem e não apoiarem a greve da PM, eles ainda convoca a imprensa e falam isso em público e o motivo alegado é dos mais manjados, o canal do governo esta aberto para negociações, a culpa da situação em que o estado esta não é desse governo e por ai vai. Todo o governo que entra dão as mesmas desculpas para dar um aumento aos seus funcionários, irá ultrapassar a lei de responsabilidade fiscal e o governo passado deixou o estado em crise, isso sempre vai acontecer, mas todos os governos que saem deixam dividas para o seu sucessor, esse que ai esta fará o mesmo com o próximo e a desculpa do próximo será a mesma deste. Mas isso só acontece quando se trata de dar aumento para a base do funcionalismo, quando é da elite a coisa é diferente, sequer o governador ou algum secretario de estado contesta. O governo federal por exemplo, esta fazendo cortes no orçamento deste ano, esta tirando dinheiro até da saúde e do social, mas eu não vi divulgado na imprensa nenhuma nota do governo referente ao aumento de mais de 62% que os deputados deram a eles mesmos e aos ministros e Presidente da República, o pior de tudo que foi um eleito cascata, onde todos os estados, inclusive os da Paraíba terão o mesmo aumento e tenho a certesa que o Sr. Governador não se oporá ao mesmo. Por isso nos causa tremenda tristeza em ler e postar uma nota dessa que se encontra acima, onde a PC claramente descarta apoio a greve da PM em uma reivindicação que também irá beneficiar a PC. Acho que esse pensamento não deve ser da maioria dos policiais paraibanos e sim só do sindicato, seria bom os policiais civis daquele estado verificarem se não correu um "jabá" por fora no sindicato. Pois é muito estranho, já que a hora seria essa.
Postado por Cabo Fernando

O final de semana foi movimentado no Iate Clube em Caicó. Foram 125 adolescentes prestigiados com as atividades do I Acampamento do Projeto Patrulheiro Mirim. As atividades iniciaram na sexta-feira, com a recepção aos participantes, uma atividade de campo, jantar e no fim da noite um luau com música, piadas e uma fogueira para iluminar a escuridão. No dia seguinte, os envolvidos acordaram cedo, fizeram Educação Física e em seguida tomaram café da manhã, que serviu de suporte para o início da atividade de Educação Ambiental, que teve como vencedora a equipe "onça". Tomaram banho de açude e sujaram-se na lama. Veja o que aconteceu . .
Organização das redes
Luau
Hora do sono . . ZzzzZz
Hora da limpeza
Muita comida
Café da manhã

Atividade de Educação Ambiental
Banho na hora de lazer


 O evento contou com a participação do coordenador SD Vale, SD Joelson, SD Dayvison, Clícia, Karla, Édna Damásio, Kássia, Maria de Fátima, França Karla, José Luís, Jeferson, Onaldo e mães de alunos.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

ADVOGADO GARANTE: POLICIAIS MILITARES PODEM FAZER GREVE!


O Brasil se vangloria de ser um país ‘democrático’, defensor dos direitos igualitários e inimigo ferrenho dos atos ditatoriais, mas na hora em que se depara com uma ameaça de greve na Polícia Militar, logo bate saudade da ditadura e exclama: “Os PMs não podem fazer greve! Isso é crime!”


Há controvérsias. O advogado e professor universitário Tácito Alves garante [no vídeo abaixo] que os policiais militares podem, sim, exercer seu sagrado direito de movimento grevista.

Todos os detalhes você irá conferir quando assistir ao vídeo. De nossa parte, gostaríamos apenas de fazer algumas perguntas a quem ainda insiste em fazer do PM um ser sem vida, sem sentimento, sem valor humano.

1. O que é dignidade da pessoa humana?
2. O salário de um policial é suficiente para garantir a segurança dele e, principalmente, a sua?
3. Como manter o controle emocional quando se trabalha em condições desumanas?
4. Carga horária exaustiva influencia no mau atendimento ao cidadão?
5. Alguém sabe dizer se existem pressões, ameaças e assédio moral dentro de delegacias, presídios e batalhões contras seus respectivos funcionários subalternos?
6. Você tem certeza que quer homens armados nas ruas que vivam diuturnamente sob as circunstancias relatadas acima?
7. Quem ganha mais quando se investe nos servidor público, ele mesmo ou a sociedade?
8. Até quando você quer adiar as medidas necessárias a serem tomadas, enquanto seu país, seu estado, sua cidade e seu bairro mergulham na criminalidade?
9. Qual o perfil de profissionais da segurança que queremos – e precisamos! – para lidar com a sociedade?
10. Direitos Humanos: toc... toc... toc... Tem alguém aí?...


Fonte: ParaíbaemQAP

PROFISSIONAIS DECIDEM: A PARTIR DE HOJE É GREVE GERAL NA SEGURANÇA PÚBLICA DA PARAÍBA




Policiais civis, militares, bombeiros e agentes penitenciários acabaram de deflagrar greve em seus respectivos setores, a partir de hoje. A decisão foi durante assembléia geral unificada das categorias, em João Pessoa.

Pelo menos 10 entidades representativas, entre sindicatos e associações, participaram da reunião e concordaram cruzar os braços até que o governo do estado apresente uma proposta exata, expondo valores e prazos, acerca do reajuste salarial dessas categorias.

Traremos mais informações em instantes.

Greve dos policiais: Ricardo revela que já pediu tropas federais a Dilma

O governador do Estado, Ricardo Coutinho (PSB), disse em entrevista ao repórter Écliton Monteiro, da 98 FM (Rede Correio Sat) na manhã desta segunda-feia (28) que já pediu à presidente Dilma Rousseff a liberação de tropas federais para dar segurança à população durante o carnaval, caso os policiais da Paraíba decidam deflagrar greve na assembléia que realizam na tarde de hoje.

"Não vou esperar 1 hora sequer para agir", disse Ricardo reafirmando a importância da população ter garantida a segurança durante os festejos de carnaval.

O secretário Executivo da Casa Civil, Lúcio Flávio Vasconcelos, disse que se a greve se concretizar, o governo tomará todas as medidas legais para que a segurança seja garantida.

"Nós agiremos dentro da legalidade e tomaremos as providências legais para que a população possa ter segurança", disse.

Lúcio Flávio informou que num prazo de 30 dias estará apresentando um plano de recuperação salarial e de melhoria da infra-estrutura da segurança pública do Estado.

Ele disse que o plano está sendo feito pela comissão criada na reunião ocorrida na última quinta-feira (24) em que , mesmo sem a aceitação por parte dos líderes do movimento, estuda medidas que tragam melhorias para o setor.

O secretário disse que no momento ainda não pode falar em aumento, porque o Governo ainda não conseguiu a meta de reduzir gastos com a folha de pagamento que é de chegar aos cerca de 47 por cento, o que possivelmente acontecerá em setembro.

"Recebemos o Estado com um patamar de 57 por cento de gastos com a Folha, já reduzimos para 53 por cento, e iremos trabalhar para chegar aos 47 por cento, quando então teremos realmente condições de dar aumento à categoria", explicou.

Major Fábio

Cerca de 4 mil policiais ocuparam a Praça dos Três Poderes, em frente ao Palácio da Redenção, na tarde de hoje, onde decidiram em assembléia que entrarão em greve esta semana.

O Major Fábio, representa os policiais militares e civis do Estado que lutam pelo cumprimento de uma Lei cujo efeitos foram suspensos pela Justiça e que reajustava os salários dos policiais da PB com base nos reajustes dados pelo governo de Sergipe.

Major Fábio disse que a greve foi deflagrada porque, segundo ele, os policiais não foram tratados com respeito.

"Os policiais estão passando por necessidade porque não podem mais complementar a renda com trabalhos extras devido ao aumento da jornada de trabalho e perdas como a bolsa formação. Os policiais estão sem condições de trabalho", reclamou. 

Fonte: Portal do Correio
Fonte: ParaíbaemQAP

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Novas regras para o Bolsa-Formação frustram profissionais



Com as novas regras, grande parte dos trabalhadores da segurança pública do Brasil continua de fora.
A expectativa de todos era de que o valor da remuneração mensal bruta fosse dobrada para que o Bolsa-Formação contemplasse a maior parte desses trabalhadores. Isso não aconteceu. O valor ficou mesmo em R$ 1.700,00 (um mil e setecentos reais). Para piorar mais a situação, a regra inclui na remuneração bruta os populares penduricalhos, gratificações que os policiais não embolsam quando se aposentam (vantagens de natureza indenizatória). 
Outra expectativa era de que o benefício do Projeto Bolsa-Formação fosse reajustado para uma realidade condizente  mas ficou só nos sonhos: R$ 443,00 (quatrocentos e quarenta e três reais). Que segurança pública o Brasil espera?
Parafraseando um personagem de "Tropa de elite 1": "quem quer rir tem que fazer rir!"


Decreto Nº 7443 DE 23/02/2011 (Federal)
Data D.O.: 24/02/2011

Regulamenta o art. 8º-E da Lei nº 11.530, de 24 de outubro de 2007, que institui o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania - PRONASCI e revoga os arts. 9º a 16 do Decreto nº 6.490, de 19 de junho de 2008, que dispõem sobre o projeto Bolsa-Formação.

A Presidenta da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição e tendo em vista o disposto na Lei nº 11.530, de 24 de outubro de 2007,

Decreta:

Art. 1º. Este Decreto regulamenta o Projeto Bolsa-Formação, instituído no âmbito do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania - PRONASCI pela Lei nº 11.530, de 24 de outubro de 2007.

Art. 2º. Para aderir ao Projeto Bolsa-Formação, previsto no art. 8º-E da Lei nº 11.530, de 2007, os Estados e o Distrito Federal, ao assinarem o termo de adesão, sem prejuízo das demais obrigações acordadas e daquelas previstas no art. 7º, deverão se comprometer a:

I - viabilizar amplo acesso a todos os policiais militares e civis, integrantes do corpo de bombeiros, agentes penitenciários, agentes carcerários e peritos que demonstrarem interesse nos cursos de qualificação disponíveis;

II - instituir e manter programas de polícia comunitária;

III - garantir remuneração mensal pessoal não inferior a R$ 1.300,00 (mil e trezentos reais) aos profissionais mencionados no inciso I, até o ano de 2012;

IV - adequar, até o ano de 2012, a jornada de trabalho dos profissionais mencionados no inciso I, que não deverá ultrapassar a doze horas diárias, obedecendo-se ao parâmetro de três turnos de descanso para cada turno trabalhado; e

V - restituir à União os valores correspondentes às bolsas concedidas aos profissionais que incorrerem em qualquer das hipóteses de cancelamento previstas no art. 9º e cujas informações não foram inseridas ou atualizadas no Sistema Nacional de Bolsa-Formação - SISFOR a que se refere o art. 5º, de acordo com o disposto no art. 7º.

Art. 3º. Observadas as dotações orçamentárias, os Municípios que tenham aderido ao PRONASCI nos termos dos arts. 5º e 6º da Lei nº 11.530, de 2007, poderão participar do projeto Bolsa-Formação desde que:

I - possuam Guardas Municipais;

II - instituam e mantenham programas de polícia comunitária destinados a ações preventivas e de proteção social; e

III - assinem termo de adesão.

Art. 4º. Para participar do Projeto Bolsa-Formação, o policial civil ou militar, bombeiro, agente penitenciário, agente carcerário, perito ou guarda municipal deverá preencher os seguintes requisitos:

I - perceber remuneração mensal bruta de até R$ 1.700,00 (mil e setecentos reais);

II - não ter sido condenado pela prática de infração administrativa de natureza grave, nos últimos cinco anos;

III - não possuir condenação penal nos últimos cinco anos;

IV - freqüentar, a cada doze meses, ao menos um dos cursos oferecidos ou reconhecidos pelo Ministério da Justiça, nos termos dos §§ 4º a 6º do art. 8º-E da Lei nº 11.530, de 2007; e

V - pertencer ao ente federado que tenha assinado termo de adesão, nos termos dos arts. 2º e 3º.

§ 1º No cálculo da remuneração mensal bruta referida no inciso I, serão consideradas as vantagens de natureza indenizatória e excluídos apenas os valores referentes à gratificação natalina e férias.

§ 2º Os requisitos previstos no caput deverão ser comprovados no ato da apresentação do requerimento.

Art. 5º. Fica criado, no âmbito do Ministério da Justiça, o Sistema Nacional do Bolsa-Formação - SISFOR, que deverá conter os dados pessoais e profissionais do solicitante da bolsa, os documentos comprobatórios dos requisitos previstos no art. 4º e os dados dos benefícios concedidos.

§ 1º No ato da assinatura do termo de adesão, o ente federado deverá indicar servidor responsável pela coordenação local do Projeto Bolsa-Formação.

§ 2º É facultada a indicação de subcoordenadores estaduais para auxiliar nas atividades previstas no caput.

Art. 6º. O coordenador a que se refere o § 1º do art. 5º será responsável:

I - pela análise e verificação dos documentos comprobatórios dos requisitos previstos no art. 4º;

II - pelo registro no SISFOR do deferimento prévio ou indeferimento do beneficio; e

III - pela verificação de ocorrência de qualquer das hipóteses de cancelamento do benefício previstas no art. 9º.

Art. 7º. Sob pena de rescisão do termo de adesão ao Projeto Bolsa-Formação, o ente federado deverá:

I - inserir e manter atualizadas as informações do SISFOR;

II - informar ao Ministério da Justiça sobre a substituição do coordenador ou subcoordenador do SISFOR;

III - atualizar os dados cadastrais dos beneficiários, sempre que necessário; e

IV - informar a ocorrência de alguma das hipóteses de cancelamento do benefício previstas no art. 9º.

Art. 8º. As inscrições para o Projeto Bolsa-Formação serão efetuadas exclusivamente por meio eletrônico, mediante o preenchimento de ficha de inscrição disponível no sítio do Ministério da Justiça.

Art. 9º. A bolsa concedida no âmbito do Projeto Bolsa-Formação será cancelada se o beneficiário:

I - for reprovado ou abandonar o curso que o habilitou ao recebimento do benefício;

II - apresentar informações ou documentos falsos;

III - solicitar sua exclusão;

IV - for condenado pela prática de infração administrativa de natureza grave ou sofrer condenação penal;

V - for cedido ou designado a prestar serviço a outro órgão da administração pública;

VI - usufruir licença para tratamento de interesse particular;

VII - romper o vínculo funcional com a instituição da qual fazia parte quando da homologação do requerimento;

VIII - aposentar-se; ou

IX - falecer.

Art. 10º. Condicionada a disponibilidade orçamentária, o valor das parcelas mensais do benefício do Projeto Bolsa-Formação será de R$ 443,00 (quatrocentos e quarenta e três reais).

§ 1º A bolsa do Projeto Bolsa-Formação será paga em doze parcelas a partir da homologação do requerimento.

§ 2º As parcelas da bolsa do Projeto Bolsa-Formação deverão ser sacadas no prazo de até noventa dias, contados da primeira data de disponibilização mensal do benefício, de acordo com o calendário de pagamento da Caixa Econômica Federal.

§ 3º É vedado o recebimento cumulativo de bolsas no Projeto Bolsa-Formação.

Art. 11º. As demais regras relativas à concessão da bolsa do Projeto Bolsa-Formação serão disciplinadas em ato do Ministro de Estado da Justiça.

Art. 12º. Este Decreto entra em vigor:

I - na data de sua publicação, em relação ao inciso I do art. 13; e

II - sessenta dias após a data de sua publicação, em relação aos arts. 1º a 11 e 13, inciso II.

Art. 13º. Ficam revogados:

I - os §§ 1º, 2º e 3º do art. 9º e os §§ 2º, 3º e 4º do art. 15 do Decreto nº 6.490, de 19 de junho de 2008; e

II - o caput do art. 9º, o caput, os §§ 1º, 5º e 6º do art. 15, os arts. 10 a 14 e o art. 16 do Decreto nº 6.490, de 19 de junho de 2008.

Brasília, 23 de fevereiro de 2011; 190º da Independência e 123º da República.

DILMA ROUSSEFF

José Eduardo Cardozo