terça-feira, 14 de junho de 2011

Décimo Terceiro Salários serão pagos dia 20 de Junho no RN




Por determinação da governadora Rosalba Ciarlini, os 100 mil servidores estaduais ativos, inativos e pensionistas do Rio Grande do Norte terão o pagamento da primeira parcela do 13º salário transferido para suas contas no próximo dia 20 de junho"A determinação da governadora Rosalba para que a secretaria de Planejamento fizesse o provisionamento do 13º e o esforço nos ajustes das finanças do Estado permitiram o cumprimento desta antecipação da parcela do 13º salário", disse Anselmo Carvalho, secretário de Estado da Administração e dos Recursos Humanos, SEARHSerão aproximadamente R$ 90 milhões de reais pagos aos servidores, o que corresponde a 40% do valor do 13º salário. Já os vencimentos relativos ao mês de junho serão pagos nos dias 29 e 30. Os primeiros a receber são os servidores com matrículas de 0 a 5. No segundo dia recebem os servidores com matrículas de 6 a 9. De acordo com o secretário de Estado da Administração e dos Recursos Humanos, Anselmo Carvalho, a partir deste mês também será pago o novo piso nacional para professores da rede estadual. Nenhum professor 30 horas receberá menos R$ 890 reais. Anselmo Carvalho também assegurou o pagamento dos professores temporários.
BOPE R$ 2.260,00 Para arriscar a vida;Bombeiro R$ 960,00 Para salvar vidas;Professor R$ 1.187,97 para preparar para a vida;(é o piso..mas não pagam)Médico R$ 1.260,00 para manter a vida;E o deputado federal? Ganha R$ 26.700,00 para acabar com a vida dos outros!(copie e cole se quiser e faça parte da campanha dos Bombeiros)

segunda-feira, 13 de junho de 2011



Parabéns a toda equipe do SBT, pois essa classe de heróis brasileiros está sendo humilhada e desprezada pelo governo de Sérgio Cabral, e por quem ele consegue comprar. Não tenho palavras pra agradecer ao SBT, pois vocês deram uma lição de moral, mostrando ao povo que é possível fazer um jornalismo mostrando a verdade, sem fazer conchavos com patrocinadores.

Jornal SBT Brasil dia 7 de Junho de 2011 às 19h30, TV SBT.
Apresentadores: JOSEVAL PEIXOTO, e RACHEL SHEHERAZADE.

Rio de Janeiro 2011, Firemen arrested and one drugged in the Government.

The governor Sérgio Cabral of Rio de Janeiro state has declared war against firemen, and we are helping this category of heroes marginalized by an irresponsible government.

ATENÇÃO: Os Bombeiros do Rio de Janeiro não erraram ao levarem suas respectivas famílias, filhos e esposas ao Quartel, porque o movimento era, e continua sendo pacífico. Eles queriam mostrar que tem família pra sustentar e não podem trabalhar de graça. Esperaram por muito tempo, e o governo Estadual não deu a mínima pra essa categoria. E o BOPE agiu criminosamente contra esses heróis, de que o Brasil tanta orgulha, precisa, e pode confiar.

sábado, 11 de junho de 2011

STF PODE GARANTIR REAJUSTES ANUAIS AO FUNCIONALISMO PÚBLICO




O STF iniciou nesta quinta (9) o julgamento de uma ação que pode resultar na garantia de reajustes anuais para servidores federais, estaduais e municipais.Relator do processo, o ministro Marco Aurélio Mello reconheceu o direito do funcionalismo à reposição das perdas impostas pela inflação.Disse que a correção monetária anual dos contracheques dos servidores públicos está prevista no inciso 10o do artigo 37 da Constituição.A despeito disso, realçou o ministro, estabeleceu-se um “círculo vicioso” nas esferas “federal, estadual e municipal”.No dizer do ministro, os governantes mantêm “os olhos fechados” para o texto constitucional, descumprindo-o.A ação é movida por servidores públicos de São Paulo. Está submetida, porém, ao princípio da “repercussão geral”.Significa dizer que a decisão do Supremo valerá para todos os servidores do país, inclusive os do Poder Judiciário. Coisa de 10 milhões de pessoas.O julgamento não foi concluído porque a ministra Cármen Lucia, primeira a se pronunciar depois da leitura do voto do relator, pediu vista dos autos.Os servidores de São Paulo, Estado governado pelo PSDB há 16 anos, reivindicam no STF uma indenização pelos reajustes que não receberam nos últimos anos.Marco Aurélio não se limitou a deferir o pedido. Decidiu que a indenização terá de ser paga com juros e correção monetária.Para ele, ao sonegar ao funcionalismo a reposição dos indices de inflação, o Poder Público aufere “vantagem indevida”.Algo que, diante do poderio do Estado, aproxima-se do “facismo”. O ministro acrescentou:“Não se pode adotar entendimento que implique supremacia absoluta do Estado, em conflito com o regime democrático e republicano”.O Judiciário não tem poderes para obrigar União, Estados e municípios a conceder reajustes salariais.Porém, o ministro fez uma distinção entre reajuste e reposição inflacionária. “Correção monetária não é acréscimo, não é ganho, é mera reposição com o escopo de preservar o valor” do salário, disse ele.Marco Aurélio serviu-se de emenda aprovada sob FHC para justificar a concessão do pedido feito pelos servidores do Estado governado pelo tucano Geraldo Alckmin.Lembrou que a redação do inciso 10o do artigo 37 da Constituição, que prevê os reajustes anuais, foi fixada por uma reforma administrativa de 1998.O ministro reproduziu trecho da justificativa enviada ao Legislativo por Clóvis Carvalho, à época o chefe da Casa Civil de Fernando Henrique Cardoso.O auxiliar de FHC escreveu que os objetivos da reforma eram: “recuperar o respeito e a imagem do servidor público perante a sociedade; estimular o desenvolvimento profissional dos servidores e; por fim, melhorar as condições de trabalho”. E Marco Aurélio: “Vê-se, então, que a reforma administrativa veio para melhorar as condições do servidor”. Daí a sua interpretação do texto constitucional.O julgamento será retomado quando Cármen Lucia devolver o processo ao plenário do Supremo. Não há, por ora, data prevista.FONTE: Blog do Oliveira

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Choque sofre represálias por apoiar bombeiros


[...] Nesta sexta-feira, policiais militares, que não quiseram se identificar, fizeram denúncias de que estão sendo impedidos de trabalhar caso demonstrem solidariedade ao movimento por libertação e melhores condições salariais ao Corpo de Bombeiros. O problema acontece especialmente no Batalhão de Choque.
Em solidariedade aos bombeiros, muitos policiais foram trabalhar com camisas vermelhas ou faixas da mesma cor colocadas nas fardas. De acordo com as denúncias, o coronel Rocha, do Batalhão de Choque teria impedido a saída destes PMs para o trabalho nas ruas.
“Fomos impedidos de sair do quartel pelo coronel Rocha, do Choque. Não pudemos sair pelo simples fato de estarmos de camisas ou acessórios vermelhos, indicando que apoiamos o movimento dos bombeiros. Cheguei às 8h e ainda estou aqui”, disse um PM à Rádio Band News.
Parentes de policiais militares também fizeram denúncias de que os PMs não podem deixar os quartéis para trabalhar. Na quinta-feira, o comandante-geral da corporação, coronel Mário Sérgio, pediu que os militares evitassem colocar faixas vermelhas em solidariedade aos bombeiros.

A PM declarou que apenas pediu que os bombeiros não deixassem os quartéis com camisas ou faixas vermelhas e que os mesmos, aproximadamente 30, alegaram que não tinham outras blusas para vestir. A corporação informou que todos foram liberados.

Na quinta-feira, Mário Sérgio esteve no Batalhão de Choque e orientou a tropa a não ostentar fitas vermelhas distribuídas por bombeiros na farda ou nas viaturas como muitos têm feito.[...]

quarta-feira, 8 de junho de 2011

ORGANIZAÇÃO JUDAICA MOSTRA CARTA MALDITA DE ADOLF HITLER! AS RAÍZES DO HOLOCAUSTO


Carta de 1919 mostra primeiras manifestações antissemitas de Hitler

Uma organização judaica divulgou na terça-feira uma carta datilografada e assinada pelo próprio punho do ex-líder nazista Adolf Hitler. O documento, já com as folhas amareladas pelo tempo, data de 1919, décadas antes de Hitler praticar o extermínio de judeus, no episódio que ficou conhecido como holocausto, durante a Segunda Guerra Mundial.

À época com 30 anos, o ainda soldado Adolf Hitler, que nasceu na Áustria, escreveu no documento o que parecem ser seus primeiros comentários sobre a aniquilação dos judeus e ideais antissemitas. O documento foi apresentado pelo fundador de uma organização judaica de direitos humanos com sede em Los Angeles, nos EUA, que o comprou no mês passado por US$ 150 mil.

— Hitler estabeleceu um padrão para a falta de humanidade entre os homens — disse o rabino Marvin Hier, do Centro Simon Wiesenthal.

Anteriormente, a carta havia pertencido a um cidadão do Kansas, que a adquiriu do soldado americano William F. Ziegler. Acredita-se que Ziegler encontrou as quatro páginas do documento escrito em uma máquina de escrever em um arquivo nazista na região de Nuremberg, na Alemanha, nos últimos meses da Segunda Guerra.

"O perigo representado pelos judeus é expresso na aversão inegável de grandes camadas do nosso povo'', escreveu Hitler em alemão. "A causa dessa aversão... surge, principalmente, do contato e da impressão pessoal que deixam os judeus como indivíduos, que quase sempre são desfavoráveis".

Em outro trecho, Hitler diz que um governo forte poderia lidar com a "ameaça judia" ao negar seus direitos, mas o "objetivo final deveria ser a remoção inabalável de todos os judeus".

No momento em que escreveu a carta Hitler prestava serviço ao exército alemão e já havia agitado as tropas com seus discursos antissemitas, o que fez um superior pedir-lhe que redigisse seus ideais.

O documento, conhecido como a "Carta Gemlich", foi certificado como autêntico em 1988 pelo especialista em caligrafia Charles Hamilton, o mesmo que revelou que os "Diários de Hitler" eram falsos.

Adolf Gemlich criava propagandas para o exército alemão e Hitler lhe escreveu a carta por uma sugestão do capitão Ulrich Mayr, com o intuito de popularizar a ideia de que havia responsáveis pela derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Hitler se despede com "a mais profunda estima".

O Centro planeja exibir a carta no Museu da Tolerância, em Los Angeles, em julho.

— É um documento fundamental que pertence a gerações futuras — ressaltou Hier. Do portal da RBS/Diásrio Catarinense

terça-feira, 7 de junho de 2011

Juíza nega habeas corpus a grupo de bombeiros presos, diz governo do RJ



A juíza Maria Izabel Pena Pieranti, do Tribunal de Justiça do Rio, negou o pedido de habeas corpus para um grupo de bombeiros que está entre os 439 presos, após a invasão ao Quartel Central da Corporação durante um protesto por aumento de salário e melhores condições de trabalho. A decisão da magistrada foi divulgada na internet pelo Governo do RJ nesta terça-feira (7).

Procurada pelo G1, a assessoria do TJ-RJ, informou, no entanto, que a decisão é de domingo (5) diz respeito a apenas um dos 439 bombeiros presos.

Governo do RJ informou pelo Formspring que juíza negou habeas corpus a bombeiros presos (Foto: Reprodução internet)Governo do RJ informou pelo Formspring que juíza negou habeas corpus a bombeiros presos (Foto: Reprodução internet)
De acordo com a juíza, os bombeiros não seguiram o mandamento da instituição militar. Ela alegou ainda em sua decisão “nos recentes episódios, o que se viu foi uma verdadeira baderna protagonizada não por civis coléricos. Os atores eram, espantosamente, bombeiros militares enfurecidos, ensandecidos, buscando, com força bruta, alcançar intentos que consideravam justos”.
A magistrada afirmou ainda que os manifestantes perderam a razão ao usarem a força para invadir o quartel geral dos bombeiros. "Com o uso da força bruta e praticando verdadeiros desmandos, insurgiram-se, exacerbaram-se e perderam toda e qualquer razão que eventualmente, em algum momento, possam ter tido. Conflagrados, invadiram o QG da Corporação. Depredaram instalações públicas. Impediram que viaturas saíssem para atender a chamados urgentes. Fizeram desembarcar colegas de dentro de viaturas que trafegavam em serviço. Um verdadeiro caos".
"Em truculento exercício arbitrário dos próprios motivos, causaram verdadeira consternação a seus superiores e aos cidadãos. Olvidaram-se de todas as boas normas de conduta, tanto daquelas que regem as pessoas civilizadas, como daquelas que norteiam os militares como um todo", completou.
Bombeiros presos recusam transferência
A Associação do Corpos de Bombeiros do Brasil afirmou que o comandante da corporação no Rio, coronel Sérgio Simões, ofereceu aos militares presos a possibilidade de transferí-los para quartéis de unidades mais próximas de suas famílias. No entanto, durante reunião realizada nesta terça (7) no quartel da corporação em Jurujuba, em Niterói, entre o coronel e os 439 bombeiros e salva-vidas presos, os oficiais recusaram a transferência.

"Ele (coronel Sérgio Simões) falou que não pode fazer mais nada para libertá-los, mas que agora a questão está com a Justiça Militar. O coronel ofereceu às famílias transferir os bombeiros presos para quartéis de unidades mais próximas às suas famílias, mas os bombeiros presos não aceitaram isso. Eles querem ficar juntos, são mais fortes unidos do que separados pelo estado", disse Sonia Regina Guanieri, representante da Associação dos Ativos, Inativos e Pensionistas das Polícias Militares, Brigadas Militares e Corpos de Bombeiros do Brasil.
Bombeiros presos raspam a cabeça
Bombeiros presos tem números escritos na cabeça (Foto: Reprodução / TV Globo)
Bombeiros presos tem número 439 pintado nas
cabeças (Foto: Reprodução / TV Globo)
Alguns dos bombeiros presos no quartel de Jurujuba, em Niterói, após a invasão do quartel central na última sexta-feira (6) rasparam a cabeça. Em sinal de protesto, eles pintaram o número 439 referente ao número de oficiais que estão presos.
Bombeiros acampados na Alerj
Pelo segundo dia consecutivo um grupo de bombeiros continua acampado na escadaria da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), no Centro da cidade, nesta terça-feira (7). Eles garantem que vão permanecer no local até que suas reivindicações sejam atendidas. Pelo menos duas patrulhas da PM fazem o policiamento no local.

Além do aumento de salário, eles querem a libertação dos 439 colegas de farda que foram presos após a invasão do Quartel Central da corporação, na noite de sexta-feira (3).
Bombeiros na Alerj (Foto: Lílian Quaino/G1)

Associação vai entrar com habeas corpus para bombeiros na terça-feira


Justiça foi informada apenas nesta segunda sobre a prisão de militares.
Associações fizeram lista de reivindicações para apresentar ao comando.


O presidente da Associação de Cabos e Soldados do Corpo de Bombeiros, Nilo Guerreiro, adiantou, nesta segunda-feira (6), que os advogados das 12 associações de apoio aos militares vão entrar com o pedido de habeas corpus para os 439 bombeiros presos. Segundo Guerreiro, o pedido será impetrado na Justiça Militar na terça-feira (7).
A Justiça Militar foi informada oficialmente da prisão em flagrante dos bombeiros apenas na noite desta segunda (6) e vai avaliar ainda o dossiê com a ocorrência e a qualificação dos presos, de acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça.
Nesta segunda-feira, as associações de apoio aos bombeiros se reuniram para montar uma pauta de reivindicações que, posteriormente, será apresentada ao novo comandante-geral da corporação, coronel Sérgio Simões.
“O coronel já acenou que vai se reunir com as associações para ouvir as propostas. No entanto, ele não prometeu a data em que irá ocorrer o encontro”, disse Nilo Figueiredo.
Promotor não vê indício de ilegalidade
O governo do estado do Rio informou, na tarde desta segunda-feira (6), que o promotor da Auditoria Militar, Leonardo Souza "não observou nenhum indício de ilegalidade" na prisão dos bombeiros pela PM. Mais de 400 agentes foram presos após invadirem o quartel general da corporação, na noite de sexta-feira (3).
De acordo com o boletim divulgado no twitter oficial do governo, o promotor admitiu que somente a Justiça poderá revogar a prisão em flagrante. Para o promotor, que acompanhou as prisões, não há dúvidas de que os bombeiros "cometaram crimes militares".
Segundo Souza, em razão do alto número de presos, algumas dificuldades administrativas acabaram por atrasar a comunicação da prisão à Justiça.
Novo comandante diz que está disposto a negociar
O novo comandante-geral do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Sérgio Simões, que assumiu o cargo no sábado (4), quando os 439 bombeiros foram presos, afirmou nesta segunda-feira (6) que está à disposição dos grevistas para dialogar.


“Existe um canal de comunicação aberto, eu já mandei recado para as lideranças do movimento que eu quero recebê-los. Não nas escadarias da Alerj, eu quero recebê-los no quartel do comando geral”, disse Simões, ressaltando que o recado foi enviado no domingo (5) e ainda não teve respostas dos manifestantes.
“Eu quero ouvi-los e quero ser ouvidos por eles (...) As portas do meu gabinete estão abertas. Recebo a horas que eles quiserem, estou à disposição”, afirmou.
Sobre o aumento do salário, Simões afirmou que o governo do estado tem um programa de recuperação salarial que está em andamento. Segundo ele, em maio houve uma reunião das lideranças dos grevistas e a Secretaria estadual do Planejamento, onde foi pedido que os bombeiros apresentassem as propostas. O comandante afirmou que ainda não houve um retorno deles.
Perguntado se é possível ele intervir na libertação dos 439 bombeiros presos durante a invasão do Quartel Central, o comandante disse que isso não é de sua esfera de competência. “Esses militares foram autuados em flagrantes por crimes tipificados no Código Penal Militar. Essa documentação já foi remetida para a auditoria de justiça militar e já esta sendo analisada pela juíza auditora”, explicou.
Ele disse ainda que a vontade do estado é diminuir o clima de tensão. Simões alegou que o fato de o governador ter chamado os grevistas de “vândalos e irresponsáveis” foi motivado pelo momento crítico que a corporação viva, após o quartel ter sido “invadido e depredado”.
Salários
Os bombeiros pedem um piso salarial de R$2 mil - atualmente é de R$ 950 – e também vale transporte e melhores condições de trabalho. De acordo com Simões, há dois tipos de salários: um de R$ 1.187, para o soldado que é solteiro; e o de R$ 1.414 para o que é casado e recebe o chamado salário-família.
Já o governo do Rio informou que aprovou no ano passado um aumento progressivo de 1% ao mês para os bombeiros, que começou a valer em janeiro deste ano e chegará, no fim de 2014, a R$ 2.077,25. Além disso, ainda segundo o governo do estado, os bombeiros recebem auxílio-moradia (valor não informado) e que parte deles tem gratificação por capacitação no valor de R$ 350.
“Nesse primeiro momento eu quero que a tropa confie em mim. Eu sou comandante da corporação, eu vou tratar dos interesses da corporação (...) vou me organizar e vou procurar o governador para levar a ele quais são as necessidades, quais são as necessidades da corporação”, disse o comandante.
Simões garantiu que apesar da crise o Corpo de Bombeiros não deixará de atender a população, “em nenhuma hipótese”

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Luta pela dignidade dos Bombeiros no RJ


Bombeiros e do Estado do Rio de Janeiro só estão querendo sair da 27ª posição do pior salário pago no Brasil, para 10ª posição, em um estado que é o segundo maior em arrecadação e o primeiro em investimento.
 
SERÁ PEDIR MUITO?
 
Tabela Salarial dos Soldados das Polícias Militares E DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR do Brasil em Início de Carreira EM ORDEM DO MAIOR PARA O MENOR SALÁRIO PAGO:

01º - Brasília - R$ 4.129.73
02º - Sergipe – R$ 3.012.00
03º - Goiás – R$ 2.722.00
04º - Mato Grosso do Sul – R$ 2.176.00
05º – São Paulo – R$ 2.170.00
06º – Paraná – R$ 2.128,00 1
07º - Amapá – R$ 2.070.00
08º – Minas Gerais - R$ 2.041.00
09º - Maranhão – R$ 2.037.39
10º – Bahia – inicial - R$ 1.927.00
11º - Alagoas - R$ 1.818.56
12º - Rio Grande do Norte – R$ 1.815.00
13º - Espírito Santo – R$ 1.801.14
14º - Mato Grosso – R$ 1.779.00
15º - Santa Catarina – R$ 1.600.00
16º - Tocantins – R$ 1.572.00
17º - Amazonas – R$ 1.546.00
18º - Ceará – R$ 1.529,00
19º - Roraima – R$ 1.526.91
20º - Piauí – R$ 1.372.00
21º - Pernambuco – R$ 1.331.00
22º - Acre – R$ 1.299.81
23º - Paraíba – R$ 1.297.88
24º - Rondônia – R$ 1.251.00
25º - Pará – R$ 1.215,00
26º - Rio Grande do Sul – R$ 1.172.00
27º - Rio de Janeiro - R$ 1.031,38

Heróis do Rio de Janeiro são tratados como bandidos por estar lutando pela melhoria salarial.

Que país é este, que sediará eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas e não respeitam seus Heróis?

Herói -  Homem extraordinário por seus feitos guerreiros, seu valor ou sua magnanimidade.

sábado, 4 de junho de 2011

FIFA não quer POLICIAS MILITARES nos estádios !!! (Estão pensando que o BRAZIL é 1º Mundo)


A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou que os amistosos que a seleção nacional fará contra Holanda (no dia 4 de junho) e Romênia (no dia 7 de junho) serão testes para adoção do padrão Fifa no futebol local. Com isso, os jogos causarão mudanças como o veto à Polícia Militar no interior do estádio e o cancelamento das aulas da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), em São Paulo.

As aulas da Faap serão suspensas no dia 7 de junho, quarta-feira, quando a seleção brasileira jogará contra a Romênia no Pacaembu. O jogo marcará a despedida do atacante Ronaldo da equipe nacional – ele anunciou neste ano o fim de sua carreira como atleta.

Como a ideia é que o evento mimetize um jogo da Fifa, haverá bloqueios no entorno e uma série de restrições viárias. Isso impedirá, por exemplo, o uso da praça Charles Miller, que serve de estacionamento para uma série de aparatos da região, como a Faap.

Além do veto das aulas na Faap e das restrições de trânsito no entorno do estádio, os jogos da seleção terão uma mudança no esquema de segurança. Dentro das arenas, o controle não será feito pela Polícia Militar.

A despeito de a PM trabalhar em jogos nacionais, esse modelo é rechaçado pela Fifa. A entidade exige que segurança dentro das arenas seja feita por empresas privadas, e os militares ficarão relegados ao entorno.
O modelo Fifa também vai alterar a relação com a imprensa. Posicionamento de fotógrafos, centros de mídia e tribunas de mídia seguirão padrão adotado pela entidade em eventos internacionais.

O Brasil jogará contra a Holanda no dia 4 de junho, no estádio Serra Dourada, em Goiânia. O confronto com a Romênia será realizado no dia 7 de junho, no Pacaembu, em São Paulo.
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Jogos da seleção no Brasil terão padrão Fifa de eventos
- Sgt Wellington - Colaborador

Câmara instalará comissão especial sobre piso de policiais na próxima semana

Notícias de ACSPM-RN


A Câmara vai instalar na próxima semana uma comissão especial para analisar propostas sobre qualificação e carreiras policiais, entre elas as PECs 300/08 e 446/09, que estabelecem piso salarial nacional para policiais e bombeiros. O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara, Marco Maia, nesta terça-feira, quando policiais de vários estados estiveram em Brasília para pedir a inclusão das propostas na pauta do Plenário. O assunto também foi discutido em audiência pública da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e por integrantes da Frente Parlamentar em Defesa da PEC 300, instalada hoje.As duas propostas, que tramitam em conjunto, foram aprovadas em primeiro turno em março do ano passado. O texto aprovado - uma emenda assinada por vários partidos – cria o piso e estabelece um prazo de 180 dias para o Executivo definir o valor. Nesse período, será adotado um piso transitório de R$ 3,5 mil para os policiais de menor graduação (soldados, no caso da PM) e de R$ 7 mil para os oficiais do menor posto.A proposta de criação de uma nova comissão especial dividiu os participantes da audiência. Para o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), esse é o caminho a ser percorrido, pois nada é votado na Casa sem acordo. Segundo ele, “a comissão para discutir as PECs da segurança pública só não foi instalada ainda porque o PT e o PSDB não indicaram seus representantes”.Entenda a tramitação da PEC 300 e o que pedem os policiais e bombeiros na reportagem da TV Câmara.O deputado Domingos Dutra (PT-MA) concorda com a necessidade de continuar o diálogo. De acordo com ele, se o governo for contra, “a Câmara não aprova, porque aqui nada vai para a pauta se não tiver o convencimento de todos os líderes e do presidente”.Já o líder do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), argumenta que o regimento da Câmara e a Constituição são claros. “A PEC já foi aprovada em primeiro turno e o processo de votação tem de ser retomado do lugar de onde parou.” O gestor da Associação Beneficente dos Servidores Militares de Sergipe, sargento Edgard Menezes Silva Filho, também defende a votação imediata da proposta. “Se eu tiver que perder, quero perder na votação, mas não porque alguém me tirou o direito de ter meu pleito apreciado em Plenário”, argumentou.Relator da comissão especial que analisou as PECs, o ex-deputado Major Fábio também critica a criação de uma nova comissão sobre o assunto. “Eu fui relator de quê?”.
Agência Câmara