terça-feira, 30 de março de 2010

Policiais militares fazem greve branca a partir desta terça-feira

Recife-PE - A operação Polícia Legal será posta em prática a partir desta terça-feira pelos policiais militares. Taxada de "greve branca", ela veta a atuação de PM´s nas ruas sem proteção individual (uso de colete a prova de balas), além de impedir que policiais sem curso específico para condução de veículos de emergência dirijam viaturas. Com isso, cerca de 50% a 60% do efetivo da Polícia Militar deve ficar restrito ao trabalho interno, dentro dos quartéis. A discussão sobre o reajuste salarial voltou à estaca zero após a reunião da noite desta segunda-feira.

Mais cedo, cerca de 600 policiais militares realizaram passeata pelo centro do Recife em protesto às atuais condições de trabalho na corporação. Os manifestantes se reuniram em assembleia no Quartel do Derby. De lá, saíram pela Avenida Conde da Boa Vista em direção à Assembleia Legislativa e ao Palácio do Governo.

O trânsito na Conde da Boa Vista ficou congestionado. Por volta das 19h30, o protesto continuava em frente ao Palácio. Enquanto isso, o secretário de administração do governo, Paulo Câmara, encontrava-se reunido com os representantes da polícia mlitar. O governador Eduardo Campos está em Brasília. A decisão de implantar a operação Policia Legal saiu ao final da reunião, pouco depois das 20h. O 11º Batalhão e o Batalhão de Choque já teriam aderido a campanha.

Em dado momento da passeata desta tarde, os manifestantes exigiram a saída do comandante da Secretaria de Defesa Social (SDS), Servilho Paiva. O comandante geral da Polícia Militar, coronel José Lopes, no entanto, chegou a pedir aos protestantes um voto de confiança ao governo de Eduardo Campos.

O percentual de aumento discutido na assembleia é de 10%. Os militares buscam uma equiparação em relação aos salários dos delegados da Polícia Civil, no valor de R$ 2.440. Atualmente, os policiais militares recebem R$ 1.310.
(Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR)

PEC 300: parlamentares não têm coragem de se posicionarem contra

Misture-se num mesmo Congresso um ano eleitoral que promete ser intenso, uma emenda constitucional que, se aprovada, terá altíssimo impacto orçamentário e uma fortíssima e organizada pressão de um segmento da sociedade. O resultado dessa mistura poderá ser uma manobra inédita e inusitada do governo para convencer o Legislativo a abrir mão de uma das suas prerrogativas e passar quase um ano sem analisar propostas de emenda à Constituição.

A organizada pressão dos policiais e bombeiros para aprovar o piso salarial da categoria fez com que a grande maioria dos parlamentares não tenha coragem de se posicionar contra a medida. Por outro lado, o governo federal e os governos estaduais temem as consequências de terem de aumentar, de uma hora para outra, centenas de policiais que hoje ganham em torno de R$ 800 para R$ 3,5 mil, na melhor das hipóteses. Sem conseguir demover os deputados de votar a favor da PEC, incapazes de parar o lobby das corporações, o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP) radicalizou: propôs que não se vote mais PEC alguma até depois das eleições de outubro.
http://congressoemfoco.ig.com.br/noticia.asp?cod_canal=21&cod_publicacao=32121

PEC 300: marcha será no dia 06 de abril

A informação que o colégio de líderes no Congresso Nacional teria escolhido o dia 20 de abril para votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 300), revoltou os policiais e bombeiros militares do Brasil. Com isso, a Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais e Bombeiros Militares convocou os militares de todo o país para grande marcha que será realizada no dia 06 de abril, em Brasília. 

O texto-base da PEC 300 (emenda aglutinativa PECs 300 e 446) foi aprovado no inicio do mês de março em primeiro turno na Câmara dos Deputados. Contudo, os deputados federais precisam ainda analisar 04 (quatro) destaques para concluir essa votação. Depois dessa fase, a matéria precisa passar por mais um turno de votação para, então, seguir ao Senado. No entanto, a bancada do Governo Federal utiliza manobras para não aprovar a proposta. 

Em Alagoas, os policiais e bombeiros do Estado estão doando a quantia de R$2,00 que servirá de Fundo para subsidiar os custos com passagens, alimentação e hospedagem para reuniões e mobilizações da PEC 300.

http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=alagoas&cod=12063

segunda-feira, 29 de março de 2010

Paralização das PECs

Apenas três partidos – Psol, PDT e PPS – se posicionaram contra a paralisação das PECs no Congresso.
O líder do PPS na Câmara, Fernando Coruja (SC), é enfático: “Nós não concordamos. O Parlamento não pode fechar uma sala com 10 ou 15 pessoas e decidir que não vota mais nada antes das eleições, só porque é ano eleitoral. Não se pode fechar o Congresso por acordo”. 

A possibilidade de suspender a votação das PECs causou protestos entre parlamentares. “O governo petista não está suportando o peso da democracia. Essa decisão não é de hoje, já foi tomada desde a semana passada. O Brasil não está em uma situação de guerra para que as PECs não sejam votadas”, disse o deputado Major Fábio (DEM-PB).
Para o deputado Paes de Lira (PTC-SP), a tentativa de suspender a votação das PECs tem “o propósito único e exclusivo de demolir, torpedear e inviabilizar a PEC 300, que foi aprovada em primeiro turno com 393 votos, contra apenas duas abstenções”. “Isso é inaceitável, é antijurídico, antirregimental e até inconstitucional. E vamos utilizar todos os recursos para forçar a votação da proposta em segundo turno”, disse Paes de Lira, que é coronel da Polícia Militar.
http://congressoemfoco.ig.com.br/noticia.asp?cod_canal=21&cod_publicacao=32121

PEC 300

Tramitação 
Embora existam outras PECs importantes em tramitação, a intenção da manobra governista é mesmo barrar a votação da PEC 300, que já foi aprovada em primeiro turno, ressalvados os destaques. A proposta estabelece o piso nacional para policiais e bombeiros e não tem o apoio do governo, porque fixa um valor salarial para o piso na Constituição, o que irá onerar os cofres públicos de imediato após a aprovação da PEC.
“A coisa da forma como estava acontecendo na Câmara, estava tendo um certo exagero. Se as pessoas não conseguiam determinadas conquistas para uma categoria, procuravam uma forma de fazer um contorno na lei apresentando uma PEC. A última que nós tivemos é uma que coloca na Constituição o valor de um piso para uma categoria. Isso não pode estar na Constituição”, diz Vaccarezza.

Presidente de associação culpa o governo do Estado pela morte dos policiais na chacina de Campo Grande



Publicado por Robson Pires, na categoria Notas às 19:13 

Foi forte a declaração dada pelo presidente da Aassociação dos Sub-Tenentes e Sargentos da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, Eliabi Marques, durante entrevista que concedeu a Rádio 106 FM de Caicó.

O militar responsabilizou o governo do Estado pela morte dos dois policiais militares, Jackson Dantas e Solano Costa, na chacina de sexta feira passada que vitimou além deles o ex-prefeito Campo Grande, Francisco Veras.

Ele disse que um caso como esse de um cidadão ameaçado de morte e o histórico da região oestana onde aconteceram os crimes não poderia ter apenas dois policiais como segurança do ex-prefeito Antonio Veras.

Os dois policiais caminharam para o suicídio, declarou Eliabi com tom de indignação.

Durante a entrevista ele também questionou a posição do Ministério Público que reduziu o número de seguranças.

Mendonça discursa na Câmara sobre fundo para PEC 300


O deputado federal Mendonça Prado ocupou a tribuna da Câmara na para falar da importância do compartilhamento de responsabilidades entre os estados e a União quando se trata da PEC 300, que cria o piso nacional para policiais e bombeiros militares e policiais civis.
“Ao observar que na administração pública há três áreas com um número maior de servidores, o constituinte de 1988 estabeleceu regras em que a União divide responsabilidades. Na Educação e Saúde públicas, estados e municípios recebem recursos para cumprir suas obrigações legais. Com a PEC 300, surge a oportunidade de se adequar essa situação a Segurança Pública”, afirmou Prado.
O deputado pediu um tratamento igualitário para o setor da Segurança que é tão importante quanto a Saúde e a Educação. “Na PEC 300 está estabelecido que seja criado um fundo, através de tributos federais para que recursos sejam repassados aos estados mais pobres que não podem pagar os valores estabelecidos, afinal a União arrecada mais de 65% de todas as receitas nas cobranças de impostos”, argumentou.
O parlamentar finalizou seu discurso dizendo que os policias precisam ser tratados de forma igualitária porque o crime cometido em Porto Alegre é igual ao praticado em Terezina, por exemplo. “A PEC 300 é a grande esperança para policias e bombeiros militares e policias civis. E com certeza, vai melhorar e muito a segurança pública no país”.

Por Carla Passos
Assessoria de Imprensa

NOVO COMANDANTE DA PM/RN SERÁ O CORONEL ARAÚJO



CORONEL MARCONDES RODRIGUES PINHEIRO - ATUAL COMANDANTE GERAL DA PM/RN

CORONEL FRANCISCO CANINDÉ DE ARAÚJO SILVA - FUTURO COMANDANTE GERAL DA PM/RN
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Comandante Geral da Polícia Militar, o coronel Marcondes Rodrigues Pinheiro não vai esperar pela sua exoneração no Diário Oficial do Estado da quarta-feira, dia 31.
Aos mais próximos, ele revelou que entrega o cargo nesta segunda-feira.
Coronel Marcondes, fiel seguidor da governadora Wilma de Faria, se sentiu humilhado, na sexta-feira, em Mossoró.
Acompanhando a governadora, em programação de inaugurações, o coronel ouviu da governadora que o Coronel Araújo será o futuro comandante da PM...agradecendo a Marcondes pelo seu trabalho no governo.
Exonerado em público, coronel Marcondes ‘botou a viola no saco’ e deixou Mossoró antes da programação oficial terminar.
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Fonte: Blog da Thaisa Galvão
Fotos: NET

CONFIRA O ROTEIRO DE CONCURSOS COM INSCRIÇÕES ABERTAS EM TODO BRASIL



Vários concursos estão com inscrições abertas em todo o País. No Rio Grande do Norte, o destaque é para a Universidade Federal do Rio Grade do Norte com vagas abertas para professor de nível superior. Dentre as oportunidades, o maior salário é da Agência Nacional de Energia Elétrica com R$ 9.738,40.CLIQUE AQUI e confira o roteiro completo dos concursos com inscrições abertas em todo Brasil.

Fonte:http://patunews.blogspot.com

Comando-Geral da PM anuncia aumento salarial e policiais voltam ao trabalho na Paraiba.


Comando-Geral da PM anuncia aumento salarial e policiais voltam ao trabalho em Campina Planilha de reajuste deverá ser publicada até a próxima terça-feira. Caso contrário, PMs prometem “paralisar em todo o Estado”. Por: Redação/ParaibaemQAP
Policiais militares voltaram a trabalhar nas viaturas neste sábado (27), após acordo firmado com o Comando-Geral da Polícia Militar. Segundo informações obtidas pelo ParaibaemQAP, o comandante do 2º BPM, coronel Marcus Marconi, entrou em contato com o comandante-geral da Polícia Militar da Paraíba, coronel Wilde Monteiro, na manhã deste sábado (27). Na conversa, ficou decido que até a próxima terça-feira (02) o governo do Estado vai publicar uma planilha de reajuste para os policiais, estabelecendo um salário de R$ 2.400,00para soldado. A notícia foi recebida com satisfação pelos militares, que voltaram a usar as viaturas para executar o policiamento ostensivo nas ruas. - Mas os oficiais e praças do 2º BPM deixaram claro aos comandantes que, caso o acordo não seja cumprido até a próxima terça-feira, como ficou combinado, a partir da quarta-feira a paralisação dos policiais vai ser em toda a Paraíba. Isso faz parte do acordo – disse um policial ao ParaibaemQAPLegalidade A mobilização teve início em Campina Grande, nesta sexta-feira (26), após oficiais e praças decidirem não sair mais com as viaturas, devido à “falta de capacitação dos policiais motoristas”, conforme dizem os militares, já que os condutores das viaturas devem, por lei, ter cursos específicos para assumir o posto. Sem as viaturas fazendo o policiamento ostensivo, os militares que estavam de serviço nessa sexta-feira tiveram que trabalhar a pé, tanto no centro da cidade quanto nos bairros. - Foi a forma que encontramos de não fazermos nosso ‘movimento’ na ilegalidade. O que decidimos com a paralisação foi apenas não sairmos nas viaturas, porque da forma como está, estamos transgredindo a lei. Então, essa foi uma decisão dentro da legalidade. Mas comparecemos aos batalhões e estivemos de prontidão para trabalhar – disse outro PM, que também preferiu resguardar sua identificação. Conseqüências Por causa da paralisação dos policiais em Campina, uma equipe 20 policiais do GATE (Grupamento de Ações Táticas Especais) de João Pessoa teve que vir à Rainha da Borborema para atender uma ocorrência no bairro do Alto Branco. Segundo informações dos próprios militares, desde a noite dessa sexta-feira sete bandidos invadiram uma casa e mantiveram a família refém. O 2º BPM, sediado em Campina Grande, também conta com uma equipe do GATE, mas não pôde socorrer às vitimas por causa da paralisação. “Sabemos que a sociedade é a maior prejudicada quando faltam policiais nas ruas e não é isso que queremos para o povo paraibano. No entanto, também temos família e nossos direitos”, ressaltou o policial.ParaibaemQAP - Wellington A. Oliveira - Colaborador

Quadrilha investigada na PB pode ter executado ex-prefeito e PM no RN

A Polícia da Paraíba pediu ontem, (27), reforço à Policia do Rio Grande do Norte para averiguar uma possível quadrilha armada que estava em três carros no povoado de São José dos Cacetes, região do Brejo Paraibano. A suspeita é que seja o mesmo grupo que executou o ex-prefeito Antônio Veras e os PMs Solano e Jackson, sexta-feira, numa emboscada na estrada de acesso da fazenda Monte Alegre, distante 10 km de Campo Grande-RN.

A Polícia suspeita também que os matadores teriam usado na fuga um Golf preto, uma Montana e um Honda Civic prata, de placas MXL – 2223, tomados de assalto na região de Mossoró-RN. Esta suspeita é reforçada com a informação de que o Honda Civic foi tomado de assalto por três homens, que teriam avisado a vítima, um taxista, que iriam usar o carro para matar uma pessoa e depois o abandonaria.

Estas eram as pistas que a Policia Civil, Militar e Federal tinham até o meio dia de ontem sobre os autores do triplo homicídio ocorrido em Campo Grande-RN.
O caso está sendo investigado inicialmente pelo delegado Inácio Rodrigues de Lima Neto, de Pau dos Ferros-RN, que sozinho responde a mais de 50 delegacias da região, com o apoio da PM e agentes federais. É provável que o caso seja apurado por um delegado especial e com o apoio da PM.

O major Marcus Vinícius, comandante do BOPE do Rio Grande do Norte, que estava ministrando um curso em Brasília, foi convocado às pressas para comandar pessoalmente o apoio às investigações na região Oeste do Estado, considerando que as vítimas são PMs e a possibilidade de acontecer novo derramamento de sangue.

Antônio Veras, que ontem completaria 59 anos, foi executado do mesmo jeito que seus irmãos Vicente e César Veras, em crimes que aconteceram em 2003.
Desde esta época que o Estado mantinha vários policiais fazendo sua segurança pessoal. Recentemente, o ex-prefeito havia sido denunciado pelo Ministério Público há poucos dias como mandante da morte do fazendeiro Zé Vieira, o qual a família Veras desconfiava que havia contribuído com as mortes de Vicente e César Veras.

Velório/Sepultamento – Antônio Veras, Solano e Jackson foram velados por suas famílias no município de Caicó-RN e sepultados no final da tarde de sábado no Cemitério Público Municipal.
Fonte: Tribunadonorte

PM MORTO EM EMBOSCADA É ENTERRADO EM JARDIM DO SERIDÓ COM HONRAS MILITARES

Uma verdadeira multidão de pessoas marcou presença no sepultamento do Policial Militar, Solano Costa de Medeiros, de 34 anos, morto na emboscada armada contra o ex-prefeito de Campo Grande, Antonio Veras, no inicio da noite de ontem (26), próximo a fazenda Monte Alegre, onde o ex-prefeito comemoraria hoje (27) seu aniversário ao lado de familiares a amigo.







O corpo do Soldado PM Solando que estava na corporação desde o ano de 2000, passou por sua residência no Bairro Penedo em Caicó, e logo em seguida foi transladado para sua terra natal, Jardim do Seridó, onde após o velório aconteceu à missa de corpo presente, e em seguida recebeu todas as homenagens de honras militares.















Muitos colegas estiveram presentes para se despedirem do amigo, além de grande parte da população da cidade que também prestaram suas últimas homenagens ao jovem Policial Militar que perdeu a vida de uma forma trágica e covarde. O PM Jackson Cristino Dantas, que também foi assassinado na chacina, e o ex-prefeito Antonio Veras, foram sepultados também na tarde de hoje em Caicó.


Fonte Blog Paulinho Barra Pesada

ELEIÇÕES DA APBMS FORAM ADIADA


Toscano informa a todos que as Eleições da APBMS foram adiada pela comissão eleitoral mais uma vez para o dia 11 de ABRIL de 2010, conforme ata de reunião ocorrida na entidade pela comissão e representantes de ambas as chapas correntes. Leia o nosso blog e fique sabendo da viagem a Brasilia e os resultados da PEC 300 que fixa o piso nacional para as Policias Civis e Militares e Corpo de |Bombeiros do 

Policiais querem Capitão no front




Que a PEC 300 é a mais polêmica de todas em discussão na Câmara dos Deputados hoje, não há dúvida. Semana sim, e outra também, policiais militares ocupam corredores do Congresso para pressionar parlamentares a levá-la à pauta.
A proposta determina a equiparação salarial dos PMs e bombeiros de todos os estados com os da categoria no Distrito Federal - algo em torno de R$ 4 mil. A grita é tamanha que eles têm até representante extraoficial na reunião de líderes, o deputado Paes de Lira (PTC-SP), que não é líder, mas toda terça marca presença e cobra dos colegas a entrada em pauta.
É pouco? Não. Eles lançaram o site www.pec300.com, com reportagens, clipping, rádio e enquetes. O QG é tão organizado que pretende levantar fundos para contratar o ator Wagner Moura, que personificou o Capitão Nascimento, no filme Tropa de Elite, para campanha na TV. A ideia é amedrontar deputados. Pelo menos na tela.
Na enquente do site que pergunta se o policial e bombeiro são a favor do levantamento de fundos, a esmagadora maioria - 17 mil votos, ou 95,5% até sexta à noite - se mostrava disposta a bancar ator e comercial.
Ano de campanha é assim, sobra patrocinador. O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) resolveu apadrinhar a tropa em prol de seu estado. Dia desses entrou na reunião de líderes da Câmara e disse que já estava tudo acertado com líderes no Senado para votar a PEC 300 lá também
Renan saiu e fez a festa dos PMs. Eis que um deputado foi sondar a Casa Alta. Nem sabem ainda do que a proposta trata.

sábado, 27 de março de 2010

Últimas Notícias da Aglutinativa (PEC 300): “Governo está nos chamando para o diálogo”


Informativo Eletrônico Nº 273 • Março de 2010


Colegas,
Na última terça, dia 23/03/2010, aconteceu em Brasília a I Assembleia Unificada dos Trabalhadores da Segurança PúblicaMais uma vez a Bahia se fez presente através do Observatório da Cidadania, SINDPOC, ASBS, ACS Itaberaba e APMO Barreiras. Sargento Evaldo, coordenador de articulação do Observatório, inclusive, foi um dos relatores do documento nacional cujas deliberações seguem abaixo:
1.           A Coordenação Geral do Movimento Pró-PEC 300 (Proposta de Emenda Constitucional), continuará sendo presidida pela FREMIL - Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais Militares e Bombeiros Parlamentares, com a participação das entidades nacionais;
2.           Estabelecer campanhas locais para captar fundos de sustentação de cada estado para o custeio das mobilizações das PECs relativas à Segurança Pública;
3.           Conscientizar cada trabalhador(a) de Segurança Pública, no sentido de convencer nossos parlamentares federais a obstruir toda votação na Câmara dos Deputados, até que as PECs relativas à Segurança Pública sejam votadas;
4.           Mobilização Nacional em Brasília dia 06/04/2010 – estimativa 15 mil colegas na Capital Federal;
5.           Se até o dia 20/04 as PECs não entrarem em pauta, haverá uma MOBILIZAÇÃO NACIONAL, no dia 23/04/2010 também em Brasília.
Observação importante: Nossas articulações e pressões já começaram a surtir efeito, o líder do governo, o Dep. Federal Candido Vaccarezza (PT-SP), ontem no dia 25/03 à tarde, chamou os Deputados Federais da FREMIL para dialogar. Pode parecer pouco, mas é assim que se iniciam os avanços. Sem discussão as partes não podem chegar num consenso. Vamos nos manter atentos, e vigilantes. Até que o governo atenda os nossos legítimos anseios, vamos continuar pressionando...

Abraços,
Capitão Tadeu Fernandes
Deputado Estadual - Líder do PSB
Presidente da Subcomissão de Segurança Pública e Defesa Civil

Abaixo segue algumas fotos da I Assembleia Unificada dos Trabalhadores da Segurança Pública:


  

Polícia Civil convoca 451 candidatos aprovados em concurso para agente e escrivão


A Polícia Civil convocou 451 candidatos aprovados no concurso para agente e escrivão. Ao todo, são 131 candidatos ao cargo de escrivão, e 320 candidatos ao cargo de agente. Eles foram convocados para se matricular nos cursos de formação.


Os candidatos convocados deverão comparecer no período de 5 de abril a 4 de maio (conforme a distribuição dos dias e turnos estabelecidos), no prédio da Academia de Polícia Civil, nas Quintas.
 
http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/policia-civil-convoca-451-candidatos-aprovados-em-concurso-para-agente-e-escrivao/144059

Ex-prefeito de Campo Grande/RN e mais dois Seguranças são mortos na zona rural de Janduís/RN







Rádio e pistola deixados pelos assassinos...








O agropecuarista e ex-prefeito da cidade de Campo Grande/RN, Antônio Veras, foi assassinado na tarde de hoje(26), por volta das 17:00 horas, juntamente com Veras ainda foram mortos dois PMs que faziam sua segurança particular, identificados como Jackson Cristino Dantas e Solano Costa de Medeiros, lotados no 6ºBPM, em Caicó/RN, Veras foi vítima de uma emboscada quando chegava a sua propriedade na zona rural de Janduis/RN, os homens surpreenderam, quando o veiculo caminhonete Nissan Frontier , conduzida por Veras, reduzia a velocidade, os homens começaram a atirar, de acordo com a polícia, pelo menos 100 tiros de pistolas .40, escopeta calibre 12 e até de um fuzil 556 foram disparados, os motivos ainda são desconhecidos, com características de pistolagem, dois irmãos de Veras também foram assassinados recentemente, Antônio Veras governou o município de Campo Grande entre 1997e 2000, os corpos foram levados ao ITEP/RN onde serão submetidos aos exames de praxe, A polícia ainda não tem pistas dos suspeitos, um fato que chamou a atenção, os suspeitos deixaram no local, um rádio de pilhas , utilizado para passar o tempo dos homens, enquanto aguardavam suas vítimas e uma pistola também foi esquecida no local da chachina.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Carro onde PMs foram executados



PMs de Caicó

Policiais de Caicó foram mortos em crime contra ex-prefeito de Campo Grande


A PMS
Pms Jackson e Solano de Caicó
O blog recebe a informação que os dois policiais militares de Caicó mortos são identificados como soldado Jackson Cistino Dantas,34 anos e o soldado Solano Costa de Medeiros,35 anos. Os Pms foram mortos ao lado do ex-prefeito de Campo Grande Antonio Veras na tarde de hoje.
A VERAS33
Antônio Veras, estava marcado para morrer
Os dois eram casados e residiam em Caicó, lotados no sexto BPM.
Como o crime aconteceu:
Foram executados no final desta tarde (26 de março) o ex-prefeito de Campo Grande, Antonio Veras, e dois policiais militares de Caicó. O grupo se aproximava da fazenda Monte Alegre, a 10 quilômetros de Campo Grande, entre essa cidade e Janduís.
O Instituto Técnico-Científico de Polícia de Mossoró foi acionado para recolher os corpos. O local do crime é área de competência da Delegacia Regional de Patu.
A Polícia Militar da região, que tem no comando o Capitão Carvalho, está neste momento se dirigindo ao local.
O tenente coronel Cipriano comandante do sexto BPM em Caicó disse agora a pouco ao nosso blog que está muito chocado com o que aconteceu com os soldados.
Disse ainda que duas equipes de Caicó fora acionadas para o local.
Os corpos dos pms de Caicó e do ex-prefeito foram crivados de balas. A informação que foram mais de 200 tiros.

GOVERNO TENTA ACORDO SOBRE PEC DOS POLICIAIS COM A FRENTE PARLAMENTAR


Quando a Frente Parlamentar em Defesa de Policiais e Bombeiros Militares (Fremil) cantou vitória com a aprovação do texto da PEC dos Policiais, antes mesmo de votarem os destaques feitos à emenda, já era possível perceber as movimentações dos líderes alinhados ao Planalto. Dali para a frente, o cenário só piorou. Agora, na iminência de uma terceira marcha a favor da emenda, o governo decide retomar o diálogo e tentar resolver as divergências.Os holofotes da mídia, anestesiados pela cobertura da disputa na distribuição dos royalties do petróleo, há tempos vem deixando passar despercebida a repercussão da briga pela aprovação do piso na Casa.O ambiente em fervura atrai a atenção pelo uso recorrente de manobras ousadas. Ambos os lados se encastelaram diante de uma situação cada vez mais aguda. Como sintoma do impasse, nenhuma voz se levantou a favor da conciliação. Pelo contrário, sobraram reações radicais entre a Fremil e os líderes governistas.Até o final desta semana, a disputa favorecia o governo. A votação das Propostas de Emenda à Constituição (PECs) estavam suspensas, em acordo de líderes, sem qualquer possibilidade de furar esse bloquei antes de abril. Enquanto isso, os deputados pró-PEC preocupavam-se em reorganizar as forças internas do movimento durante esse intervalo, chamado por eles de “intervenção branca”, para cercar o governo no término do prazo. Não havia confronto direto.A Fremil completou esse caminho nesta semana, que culminou com a indicação de paralisação nacional e a proliferação de outdoors pelos estados culpando o governo pelo bloqueio da votação. A rebeldia foi costurada na assembleia realizada dentro da própria Câmara dos Deputados. A decisão ecoou por toda a Casa. Os deputados pró-PEC ameaçam obstruir a pauta na próxima semana, caso a votação ainda esteja ameaçada. É o troco ao governo.A reunião rendeu frutos antes do esperado. Na manhã dessa quinta-feira (25), o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), chamou a Fremil para conversar. O papo pode não ter resultado em nenhum acordo, mas é a primeira vez que os dois lados sentam para conversar.Segundo o deputado Capitão Assumção (PSB-ES), o petista vai levar as informações da reunião ao presidente Luís Inácio Lula da Silva. O líder também quis discutir a proposta de implementação gradual do piso e reforçou o desejo de omitir o valor nominal na Constituição. A resposta não foi favorável. “Mostramos nosso ponto de vista de manter o valor do piso na Constituição. Nosso pleito é dar continuidade à votação. Não queremos barganhar”, encerrou o socialista.O deputado capixaba acredita que o governo tomou essa iniciativa de negociar agora por considerar a situação irreversível no Senado. “Lá (Senado) é desfavorável a eles. Neste ano serão renovados dois terços das vagas”.A partir dessa quinta, os lados parecem mudar de vez a forma como estavam lidando entre eles. O silêncio foi quebrado e novas reuniões estão marcadas para o início da próxima semana. Uma delas será com o ministro da Justiça. Ele foi o primeiro a acenar com a proposta de implementação gradual do piso.BloqueioNão é apenas o governo que tem impedido a votação. O Planalto não tem - e nem quer ter - fôlego para ficar sozinho nessa situação. Os 20 dias de suspensão das PECs na pauta do plenário são endossados pelos líderes das legendas.O bloqueio não se sustenta por uma discordância com as intenções da matéria. E, se fosse, ninguém compraria essa briga em ano eleitoral. O que existe é preocupação: o custo do piso salarial para os policiais civis, policiais e bombeiros militares representa pelo menos R$ 10 bilhões, considerando a menor estimativa. O governo está atento a esses números e sabe que existem outras matérias em tramitação na Casa com extensão de benefícios a servidores públicos.

A história se repete: morte de PMs em serviço de segurança


     Os dois policiais militares que morreram na emboscada para matar o ex-prefeito Antônio Veras, início desta noite, em Campo Grande, foram identificados.
São eles: Jackson Cristino Dantas, 36 anos, que entrou para a PM em 1997; e Solano Costa de Medeiros, 34 anos, que ingressou em 2000. Jackson pertencia ao GTO de Caicó (Grupo Tático Operacional), e Solano ao 6º Batalhão de Caicó.

Faziam a proteção oficial do ex-prefeito.

     Neste momento, estão seguindo para Campo Grande duas viaturas do GAT - Grupo de Ações Táticas, e quatro do Bope – Batalhão de Operações Policiais Especiais. Só retornam quando ‘resolver’.
     A morte de Antonio Veras foi identica à do ex-prefeito de Caraúbas Agnaldo Pereira – tiveram seus carros metralhados. Veras, quando saia da sua fazenda numa caminhonete Frontier.
     Dois irmãos de Antônio Veras também foram brutalmente assassinados, Vicente, o primeiro, e César, o segundo, cada com mais de cem tiros.

PMs de Caicó são executados


VEJA O QUE PUBLICOU O DN ONLINE - O ex-prefeito da cidade de Campo Grande, Antônio Veras, foi assassinado na tarde desta sexta-feira (26), dentro da fazenda Monte Alegre, de sua propriedade, localizada a cerca de 10 km de Campo Grande. Além dele, dois policiais militares identificados como Jackson Cristino Dantas e Solano Costa de Medeiros, que faziam a segurança particular do ex-prefeito, também foram executados..
De acordo com as primeiras informações da polícia local, Antônio Veras e os seguranças teriam sido vítimas de uma emboscada, quando se aproximavam da fazenda por uma estrada de barro. Ao reduzir a velocidade, os homens cercaram o carro do ex-prefeito, uma caminhonete Nissan Frontier e começaram a atirar. Segundo a polícia, pelo menos 100 tiros de pistolas .40, escopeta calibre 12 e até de um fuzil 762 foram disparados.
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A polícia ainda não sabe com exatidão o que motivou o crime, ma acredita em pistolagem, uma vez que dois irmãos do ex-prefeito foram assassinados recentemente. O corpo de Antonio Veras, que foi prefeito de Campo Grande entre 1997 e 2000, foi levado para o Instituto Técnico e Científico de Polícia em Mossoró, onde será submetido a necrópsia. A polícia ainda não tem pistas dos suspeitos. Os dois PMs eram lotados em Caicó.

Policiais de Caicó foram mortos em crime contra ex-prefeito de Campo Grande


 Dois policiais militares de Caicó mortos são identificados como soldado Jackson e o soldado Solano. Os Pms foram mortos ao lado do ex-prefeito de Campo Grande Antonio Veras na tarde de hoje.
Como o crime aconteceu:
Foram executados no final desta tarde (26) o ex-prefeito de Campo Grande, Antonio Veras, e dois policiais militares de Caicó. O grupo se aproximava da fazenda Monte Alegre, a 10 quilômetros de Campo Grande, entre essa cidade e Janduís.
O Instituto Técnico-Científico de Polícia de Caicó já foi acionado para recolher os corpos. O local do crime é área de competência da Delegacia Regional de Patu.
A Polícia Militar da região, que tem no comando o Capitão Carvalho, está neste momento se dirigindo ao local.

Se todos quiséssemos poderíamos fazer da Polícia Militar uma grande instituição


Plagiando Joaquim José da Silva Xavier: "Se todos quiséssemos poderíamos fazer da Polícia Militar uma grande instituição", mas não conseguimos nos entender e somar forças para trabalharmos juntos para este grande desafio.
Há muitas desigualdades a permear as relações hierárquicas e interpessoais, os fantasmas do passado rodam o presente, e muitos insistem em manter uma cultura segregacionista e violadora de direitos e garantias fundamentais.
As disputas e as relações de poder organizacionais em sua grande maioria são revestidas de vaidade, bajulação e subserviência, o que facilita o cinismo, a dissimulação e a falsidade contribuindo na deformação do caráter e da personalidade do profissional de segurança pública.
O favoritismo e a política do apadrinhamento vigora em quase toda estrutura organizacional, o que distorce as promoções para ascensão na carreira, fere as diretrizes para transferência que muitas vezes obedecem mais ao interesse do comando do que do policial militar e sua família, interferem nas designações de oficiais que preencheriam os requisitos para assumir determinada função, e acabam sendo preteridos em detrimento de interesses que em nada se identificam com a segurança pública.
O carrerismo exacerbado estimulado desde a formação nos cursos constituídos de degraus para ascensão profissional, provoca uma concorrência desleal e uma disputa irracional que afasta propositalmente o pretendente da atividade finalística colocando-o na busca por funções de maior prestigio e visibilidade que o franqueará acesso a autoridades e políticos que no sistema atual são mais prestigiados na influência para escolha dos promovidos, desconsiderando a validade de critérios objetivos de avaliação. 
O apartheid hierárquico,  originado  na história da criação da Polícia Militar, fragiliza e empobrece os laços afetivos e de solidariedade, culminando no distanciamento dos integrantes da instituição, o que reforça a divisão entre oficiais e praças, ativos e inativos, policiais do interior e da capital, e produz um sentimento de termos várias polícias em um só corporação.
Os princípios constitucionais e os marcos legais, que deveriam ser os balizadores da gestão de pessoal e das relações funcionais, são muitas vezes desconsiderados e relegados, o que possibilita a internalização da subcultura do descompromisso e da descrença nos objetivos institucionais.
A criatividade e a iniciativa são castradas e vistas como ameaça ao poder de planejamento e liderança, enfraquecendo a evolução e dinâmica interativa entre a administração e os administrados, dificultando ou até impedindo o desenvolvimento profissional, realçando a submissão como valor para ser bem sucedido e aceito pela chefia, transformando o homem num mero cumpridor de ordens.
O desenvolvimento enriquecimento intelectual, um instrumento para o engrandecimento de toda instituição não é incentivado, mas antes se caracteriza como um entrave e moeda de barganha aos que se sacrificam para este mister, pois a libertação e emancipação são abominadas na estrutura militarista que prega a obediência cega, como equivocado corolário para uma instituição forte e perene.
As escolhas e as mudanças estruturais muitas vezes imotivadas desobedecem a críterios e a metólogia científica capaz de atender a disposição territorial e administrativa desatendendo a um modelo de gestão racional e eficaz, o que eleva o custo e torna mais burocrática e acirra a excessiva verticalização da pirâmide da organização, tornando a mais lenta nas decisões de natureza estratégica, valorizando mais a hierarquia e consequentemente desvalorizando o talento e a inteligência.
A democracia participativa, atualmente uma ferramenta de gestão poderosa, sofre mitigação proposital, evitando o debate de ideias e a construção do consenso pela via do dissenso, por temor do enfraquecimento da hierarquia e disciplina, princípios que muitas vezes são subvertidos e manuseados ao humor do superior hierárquico. 
A cooperação e o trabalho de equipe, binômio para que as atividades desempenhadas sejam mais efetivas e qualitativas, são pouco estimuladas o que gera a sensação de isolamento e reforça a cultura do individualismo e do egoísmo na concorrência que passa a ser um mal que afeta a todos.
A ética que deveria ser o princípio primário nas relações internas, sofre uma intensa reconceituação que por vezes chega a desqualificação, quase sempre para atender a interesses corporativista segmentados, que em sua maioria se concentra nos circúlos com maior parcela de poder hierárquico.
As regras de punição e recompensa são aplicadas de modo desarrazoavel e desproporcional, e não raras vezes de modo injusto e arbitrário, o que se leva a invocar e apelar ao poder judiciário, mas sem antes climatizar a revolta e a indignação que institucionaliza a desconfiança e o descrédito na instituição e nos seus dirigentes.
A capacidade de liderar e motivar são disciplinas inapreensíveis na formação o que ocasiona o desvirtuamento da função de comandar, proporcionando comandantes sem autoridade moral e disciplinar que corroí as bases para prestação de um serviço de segurança de qualidade ao cidadão e o estabelecimento da confiança reciproca. 
A opressão e a intimidação são usuais na tentativa de enquadrar os recalcitrantes, que ousam pensar e questionar, divergindo e opinando com fundamento em sua experiência e conhecimento, o que torna o profissional um ser apático, desinteressado e com forte tendência a sabotar os objetivos propostos.
Como vimos existe muitos vícios  a serem vencidos e uma cultura de forte apego patrimonialista e a efemeridade do poder impossibilitando as mudanças, a erradicação de abusos e desvio de poder, e uma estratégia que colaborasse no envolvimento e na participação do conjuntos dos policiais e bombeiros militares que sofrem de completa desilusão e perspectiva na profissão, vislumbrando tão somente o transcurso do tempo para sua passagem a inatividade.
A par de tudo isto é que reafirmamos que se todos quiséssemos poderíamos fazer da Polícia Militar uma grande instituição.